A maioria dos índios depende do rio são francisco oferesse para nós água que nós bebemos e o alimentos que ele nós oferece.
Esse ambiente que nós vivemos chamamos de sofrimento,devido a transposição do rio são francisco. O rio trás para nós muita alegria a natureza fica mais viva quando o rio esta bem cheio de vida.
Eu só queria que não acontescese de não transferir esse rio para outros lugares porque se a acontecer o sofrimento do meu povo se transferir o rio são francisco.

Essa meteria foi feita por : carlos da aldeia karirixocó

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8 COMENTÁRIOS

  1. A que dentro dessa comunidade. A maioria dos índios depende do rio porque o rio são francisco oferesse para nós água que nós bebemos e o alimentos que ele nós oferece. Esse ambiente que nós vivemos chamamos de sofrimento,devido a transposição do rio são francisco. O rio trás para nós muita alegria a natureza fica mais viva quando o rio esta bem cheio de vida. Eu só queria que não acontescese de não transferir esse rio para outros lugares porque se a acontecer o sofrimento do meu povo se transferir o rio são francisco. Essa meteria foi feita por : carlos da aldeia karirixocó

  2. (*) Marcos Terena

    E A ÁGUA TROUXE A NOVA CIVILIZAÇÃO…

    Há muitos anos atrás como donos naturais de nosso habitat e guardiões únicos do meio ambiente e seus valores para a qualidade da vida, nossos velhos e nossas mulheres sabiam ensinar aos mais novos como escutar, sentir e respeitar a voz sagrada da terra, dentro de um relacionamento com equilíbrio social, econômico e espiritual.

    Um dia os primeiros homens brancos chegaram através das águas, trazendo sua forma de colonizar com a promessa de uma civilização moderna e desenvolvida. Não sabíamos que estávamos sendo troféus de uma nova “descoberta” e que a partir desse primeiro contato seríamos transformados em selvagens, improdutivos e incapazes. Seres sem qualquer valor.

    Agora quando iniciamos a fase de um novo milênio, estamos “descobrindo” uma civilização moderna de alta tecnologia construída através de um sistema que empobrece a humanidade e o meio ambiente, mas que não consegue evoluir nos relacionamentos da diversidade humana, por isso mesmo, uma civilização que não pode dar certo.

    Apesar de todo avanço da colonização e da catequese, nossos ancestrais nos ensinaram a continuar cultivando a vida e usufruindo da natureza. São valores jamais decifrados pelo homem branco.

    A civilização colonizadora do homem branco impõe-se também com seus poderes bélicos e econômicos, e com isso, não são capazes de responder suas ansiedades e contradições. No entanto, parte dessa mesma sociedade, sensível e inspirada pelo espírito da natureza vislumbram nos Povos Indígenas e suas terras, a possibilidade de um mundo melhor, principalmente no respeito e na valorização ao bem comum, os recursos naturais, as plantas medicinais, alimentares e a água de beber.

    Nossa preocupação nasce dessa contradição. Quem vencerá? Aqueles que olham o meio ambiente como barganha exclusivamente economicista, individualista e monetária, ou aqueles que possuem o olhar indígena, coletivo, onde os donos são todos e cuja riqueza não se mede e nem se vende.

    Temos consciência de que todas as relações da tecnologia e da modernidade desse novo século, continuam baseadas em valores materiais que separa a humanidade em ricos e pobres. São valores que coloca os direitos humanos na forma exclusiva para contemplar o direito dos Estados e os direitos individuais, onde direitos coletivos não são compreendidos e muito menos assegurados.

    A Terra por isso, com seus bens naturais, minerais e ecológicos não é vista como um patrimônio sagrado dos Povos Indígenas, onde o respeito espiritual, ou o usufruto desses bens é de responsabilidade e direito de todos.

    Quinhentos anos depois de sua chegada, a civilização moderna ainda está tateando como um cego que busca uma luz para caminhar bem.

    Uma das mais belas noções de bens coletivos está a água como líquido que alimenta a terra tal como o sangue no corpo humano. Água é vida! Bem Sagrado que não se pode Vender, cujo equilíbrio natural é o bem viver, integral e complementar, que não se traduz em palavras mas na capacidade de sentir, vivenciar e compreender nossa parte nessa cadeia da vida!

    Fomos educados como pedaços integrais desse ecossistema. Por isso, lutamos pela demarcação de nossos territórios dentro de um significado: Direito coletivo que nunca se desconecta da tradição cultural e espiritual com o Grande Criador.

    A voz indígena sempre foi baseada na sinceridade e na simplicidade do canto dos pássaros, nos sinais da terra, do vento, das águas e das estrelas, jamais esmoreceu no seu canto alegre, apenas deixaram de ouvi-la. M. Marcos Terena – Presidente do Comitê Intertribal – ITC

    Coordenador da VIATAN – Central de Informações Indígenas

    http://www.viatan.org.

  3. Eu coloquei este texto do Marcos Terena, por que ele fala de coisas que são compreensíveis para os índios e que os não índios ainda não compreenderam. Fala sobre o sentido da vida, do equilíbrio , da harmonia da naturezae da liberdadeque há no ambiente. Para mim, a transposição de uma parte do São Francisco, não seria tão ruim, se fosse para alimentar outros povos que vivem na seca…Mas quando a água do rio é desviada para o cultivo de lagostas ou camarões visando o lucro de alguns,é o pensamento mercantilista do colonizador que se impõe. Vejo que é a mesma coisa que aconteceu nas aldeias de Mato Grosso, onde desmataram a mata nativa para o plantio de soja. Com a mata foi embora também a caça, e com ela o sentido de ser guerreiro de algumas etnias caçadoras… Com as águas do Velho Chico, alguns encantos das águas desaparecerão, irão embora para outros lugares, onde estarão invisíveis para os novos habitantes, que vão tirar seu lucro das águas do Rio. Isso, os não índios nunca irão compreender.

  4. eu acredito q jamais hv transposiçao, pois quem vive da pesca, nao poderà viver sem seu sustento.e cm certeza os governantes irao pensar 2 vezes . antes de cometer esse suicidio , pq essa pode ser a morte de um rio. o rio sao francisco e de seus habitantes. concordam comigo? dina aaaaaaaaaaabraços

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