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Mais de 500 índios, representantes de mais de 15 etnias, entre elas potiguara, tabajara, atikum, xavante, kaiapó e Pankararu, fecharam a sede da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), em Brasília…

Mais de 500 índios, representantes de mais de 15 etnias, entre elas Pankararu, potiguara, tabajara, atikum, xavante e kaiapó, fecharam a sede da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), em Brasília, e realizaram manifestação em frente ao Ministério da Justiça, para dar continuidade ao protesto iniciado na segunda-feira contra o Decreto nº 7.056, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 28 de dezembro do ano passado.
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O decreto, que tem como objetivo reestruturar a fundação acaba extinguindo administrações e postos do órgão que atendiam as demandas das comunidades indígenas. Esse decreto, foi criada pelo presidente da FUNAI, Márcio Meira, sem que as tribos indígenas fossem consultadas. Nem pelo menos fomos consultados mais uma vez fomos discriminados e o Presidente da FUNAI ainda fica tentando nos enrolar, dizendo que os postos indigenas só mudaram de nome…..conversa furada!!!!!

Ayda Pankararu
suedpank@gmail.com
Sarapó Pankararu
sarapopankararu@gmail.com

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4 COMENTÁRIOS

  1. Basta ler o documento, o decreto presidencial: está escrito com todas as letras que os postos serão extintos e os funcionários remanejados para outros órgãos federais.Márcio Meira está mentindo qundo diz que ”precisa traduzir”. Deveria ser processado criminalmente por mentir publicamente.

  2. Muito bem parentes,As palavras que saen da boca não voltam mais.
    E se já foi dito e ta no decreto,não é a plavra do senhor Márcio
    Meira que vai mudar a situação.

  3. no decreto diz mesmo que os postos e AERs ficam extintos. mas cria (e não é do nada) os substitutos, coordenações regionais e coordenações técnicas locais. o edital para o primeiro concurso já foi publicado. outros seguirão ainda este ano, para mais que duplicar o número de funcionários que serão lotados principalmente nas coordenações técnicas locais (que substituem os postos indígenas, onde muitas vezes havia apenas um funcionário que não conseguia fazer grande coisa).
    faltou mesmo conversar e esclarecer antes. mas agora, forçar na porrada e não conversar, tbém não ajuda muito – ainda mais pq o detalhamento está sendo trabalhado com as delegações que estão discutindo com a presidência da funai.
    e tem outras questões que não se está falando… mas quem conhece os maus funcionários, sabe sim onde está centrada a reação “pauleira”.

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