Aqui no pronto socorro não se chama pronto socorro sim chama ponto da morte, quem chega aqui no pronto socorro de Itaparica doente morrem, porque eu João Paulo dos santos silva índio pankararu, fui com aminha mãe Eurides índia pankararu, doente para o pronto socorro, chegamos lá no pronto socorro 7 horas da manhã tinha poucos pacientes, não índios e a minha mãe Eurides, estava operada e nem uma enfermeira para cuidar dela, que estava operada, o doutor Flavio estava bem sentado conversando no telefone, e eu JOÃO PAULO estava com aminha mãe esperando ele vim atendê-la, aminha mãe Eurides, enquanto ele o doutor Flavio estava conversando besteira, ela estava lá passando mal, ai não pôde mais esperar de tão agoniada ela estava, aminha mãe Eurides teve que entrar de tão agoniada que estava, quando ela entrou eles estavam todos sentados, eles quando viram aminha mãe Eurides, olharam em e virão que ela aminha mãe estava mesmo passando mal, foi então que eles atenderão se não até hoje ela estava lá, por isso que digo que lá se chama ponto da morte não pronto socorro, eles disseram que quem chegasse às 11: horas não iam atender, e foi porque eu JOÃO PAULO chequei às 7: horas com minha mãe e saímos às 12: horas da tarde. Se fosse para morrer tinha morrido

JOÃO PAULO…

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2 COMENTÁRIOS

  1. João Paulo… Voce pode formalizar sua denuncia e encaminha-la… verifique isso com ivana@indiosonline.org.br, isso ajudará os futuros casos…tal vez nao sejam tomadas grandes providencias…mas com certeza se a materia chega ao conhecimento das pessoas desse Pronto da Morte…espero eles se toquem… se conseguir que a denuncia seja mais divulgada pode ate ser um ganho para os Pankararu e tambem para outros indios e pessoas humildes… porque tudo mundo sabe que a realidade que voce conta é comum…. E nao por ser comum agente tem que engolir..agente tem que batalhar para que as coisas melhorem!
    Vamos em frente!
    sebas

  2. É cada vez mais comum este tipo de relato, principalmente por parte de quem procura os sistemas públicos de saúde.
    Se por um lado, o governo federal, e muitas entidades governamentais envolvidas com a saúde pública, comemoram avanços significativos no atendimento básico a população, denúncias são veículdas diarimente nos meios de comunicação de que estes dados divulgados pelo governo não é bem real.Falta de profissionais, mudança de paradigma no atendimento de pacientes são fatos bastante reais hoje.
    A falta de estrutura básica para a atuação do profissional médico também é outro problema que deve ser levado em conta.O que acaba limitando-o no atendimento a quem o procura.
    De todo jeito, acabam sofrendo a população que precisa deste atendimento não o recebendo de forma satisfatória, e por outro, o profissional que não tem infra estutura para trabalhar e fica com o desempenho de sua função comprometido, causando a insatisfação de seus pacientes e os familiares deste. Este problema está além do pronto socorro de Itaparica, perpassa o estado pernambucano, é um quadro generalizado da saúde pública em nosso país!
    Não sei se foi o caso do relato de João Paulo, caso tenha ocorrido omissão por parte de algum profissional médico, esta é passível denúncia, desde que formalizada, ao Conselho Regional de Medicina deste Estado.

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