Na aldeia tupinambá de olivença os jovens são os principais guerreiros dentro da aldeia aconselhado pelos mais velhos os jovens fazem a maior parte da articulção do nosso sem desmerecer nossos velhos mas como eles mesmo falam nós é que fazemos a diferença eles estão aqui para nos aconselhar no que for preciso e até dar uns puchões de orelha quando preciso por que todos nós sabemos que joven tem um pensamento de resolver tudo ao mesmo tempo e é ai que entra os velhos, hoje nossa aldeia tem quase seis mil indios cadastrado pela funasa 80 % são jovens entre homens e mulheres o joven dentro de minha comunidade luta de toda forma é na saude, na educação e o principal luta pela terra que nosso povo infelismente não tem hoje o principal objetivo dos jovens dentro de minha comunidade é conseguir nossas terras de volta e estamos lutando cada vez mas para que isso aconteça, estudando e aprendendo com os mais velhos como lutar para não deixar nosso movimento morrer e hoje graças a nosso pai tupã temos mais uma arma de aprendizado e de informação que é o computador e alem do computador ser isso tudo o joven pode fazer a luta atravez dele e ainda ter um pouco de diverssão .
é isso ai meu povo vamos lutar para que nosso movimento não morra e aqui vai um conselho aosa jovens como eu, nós somos o futuro o futuro de nossos filhos netos só depende de nós precisamos lutar por que sem luta nenguem chega ao objetivo …é isso muita luta!!!!!!!!

Curupaty Abaeté Tupinambá
curupaty.indiosonline@gmail.com

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3 COMENTÁRIOS

  1. E isso mesmo parente
    Nos somos muito importantes para nossos povos
    sem esquecer,claro,dos mais velhos q sao donos da sabedoria
    e contribuem muito na luta
    devemos fazer o melhor q podemos
    e sem esquecer q alem de futuro somos presente
    e devemos trabalhar hoje para conseguirmos um futuro melhor para os jovens

  2. Muito bem!! Parabéns pelo trabalho de vocês. Sou de uma Comunidade paraense, que há pouco tempo acabamos, eu minha irmã e meu pai de descobrir que pertencíamos a ela (CVomunidade Curuaia). Minha irmã mora e trabalha em Brasília. Eu e meu pai estamos morando no Norte do Rio Grande do Sul. Eu, atualmente vivo na cidade de Passo Fundo. Nasci e vivi o maior tempo de minha vida com a Comunidade Káingáng aqui do Sul. Sou formado em História e pretendo conhecer minha Comunidade de origem. Por isso parentes, venho unir-me em sua luta pela valorização e resgate de nossa cultura. Um abraço,

    Luciano Neves Coroaia
    Passo Fundo – RS

  3. Muito bem meu parente, o jovem indigena tem que buscar seu espaço e cumprim com seus compromissos sociais indigenas, mas não podemos esquecer que nossos velhos são verdadeiros metres e temos que respeitar, suas opiniões e decisões, se não perdemos a nossa maior identidade que o respeito pelos nossos mais velhos.

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