O emprego que os acadêmicos encontram após se formarem, sempre acabam se voltando para as aldeias, não que eles não gostem, pelo contrario é essencial para eles, mas o fato é que só conseguem trabalho por meio da rede de saúde, educação, acaba se voltando tudo para o serviços públicos, pois na cidade de Dourados, a porcentagem de acadêmicos formados que trabalham na, para não falar que é zero é de quase nada. Não existe nem um programa para que estes recém formados possam se ingressar no mercado de trabalho, esta falta de espectativa também é um dos motivos que fazem muitos jovens desistirem, pensam que não vão conseguir trabalho com a faculdade, e é o que esta acontecendo, a maioria dos acadêmicos que se formam, acabam ficando parados, fazendo”bicos daqui, outro dali”.
Os cursos que escolhem vão de acordo com as possibilidades que eles vêem, e a possibilidade de se encontrar um trabalho, hoje, é na área da saúde e educação, os universitários que fazem outros tipos de cursos, como turismo,administração, jornalismo,e outros cursos, a chance de se conseguir um emprego na área que se formou é muito pouca..Um dos maiores desafios é este a ausência de programas de politicas que visem a entrada deste profissional indígena no mercado de trabalho.

Cunha Poty Rory
ajindo@gmail.com

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