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 lafaete 02Estamos num momento fundamental da nossa vida que é a construção da UNIÃO DA JUVENTUDE PANKARARU – UJP, não queremos, apenas ser mais uma organização trata-se de construir um movimento de reagrupamento da juventude indígena que dará exemplo local e nacional da capacidade de luta da classe indígena, contra os exploradores e a favo dos explorados e excluídos, dando a eles formar de resistir e impor outra situação que não seja a realidade dos ajustes estruturais imposto pelo FMI, que leva a fome, a miséria e as guerras entre os povos, reabrindo no horizonte das lutas das perspectivas da demarcação de nossas terras e liberdade do nosso povo. Não estamos construindo a UJP apenas como mais uma organização de juventude. Recusamos o papel que hoje é assumido pelas organizações já existentes que se declara de esquerda que hoje não passam de meros fantoches do imperialismo, cujo único papel é o de manutenção das instituições corruptas, cuja existência serve tão só mente para manter o capitalismo. Se algo de novo no Brasil, esse algo novo é a UJP. Nossa luta é retomar o processo de organização autônoma da juventude brasileira na defesa e na liberdade da classe na luta por sua independência. A UJP terá como fundamento tarefa neste atual momento que se encontra nosso pais, por conta da crise de apresentar um contra ponto a falsa polarização entre o PT, PSDB e DEM. Ambos representam o mesmo projeto: Continuar a aplicar a política do FMI que gera desemprego miseraria, a prova é a reforma trabalhista (que reduz direitos), e mantém os privilégios de seus dirigentes e cabos eleitorais, que se apropriam dos estados brasileiro. O papel de nossa juventude é o de apresentar um programa de rompimento com o pagamento da divida externa e pela soberania do Brasil, de atendimento as renvidicações mais sentidas pelo nosso povo, como demarcação das terras indígenas, saúde, educação, moradia, saneamento básico, denunciando o apodrecimento do estado brasileiro e retomando o processo de mobilização da classe indígena para esta batalha temos que ter representantes dos mais variados setores do movimento, que façam um dialogo com setores organizados e com toda a população indígena para construir pontos de apoio para avançar uma luta. É preciso mudar sabemos que as mudanças que precisamos não virão apenas com a criação da UJP. Será preciso muita luta, mais não será por falta de alternativa que o povo honesto o trabalhador vai ter que aceitar calado essa pilhagem de nosso país. Em meio à maior de decepção de vivida pela nossa juventude trabalhadora de nossa historia bem como a mais ridícula desmoralização dos falsos moralistas, todos mergulhados num mar de lama da corrupção, surge como uma alternativa para aqueles que não querem deixar morrer a esperança de que é possível lutar em nosso desenvolvimento sem deixar levar pelo canto da sereia do FMI, nos sabemos da imensa tarefa que a historia nos legou por conta dessa esquerda que se rendeu a fraude do capital: a de sermos um dos que precisam reorganizar aqueles que resistem que não se rendem que acredita na construção da sociedade fraterna, justa igualitária. Não pode correr o risco de se transferido para as mãos daqueles que construíram sua historia política na defesa do interesse dos ricos, poderosos e á revelia do povo indígena brasileiro.

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