Ai que saudade da natureza,
Dos rios, pastos e florestas.
Onde os seres se reúnem,
Para fazer sua festa.
Onde os pássaros cantam felizes,
Como se fosse uma orquestra.

Oh mãe natureza,
Sei que há tanto desmatamento.
Eu vejo tanta dor,
E tanto sofrimento.
Gente que não sabe o que é cuidar,
E não se dar o exemplo.

Desmatar não é meu lema,
Gosto mesmo é de cuidar.
Vendo a queda das águas nas cachoeiras,
Das florestas que ainda há.
Ouvir os ruídos das arvores,
E canto do sabiá.

Oh mãe natureza,
Tenho que cuidar de ti.
Sei que é meu dever,
E nunca vou desistir.
De cuidar da natureza,
Como se fosse parte de mim.

Oh mãe natureza,
Que pene tenho de ti.
Vendo os rios poluídos,
Vendo as arvores sumir.
Já não vejo a beleza dos pássaros.
Como o canto do bem ti vi.

A natureza é rica,
E tudo ela nós dar.
Precisamos ser gentil com ela,
E sempre preservar.
Não derrubando e nem queimando,
E com ela sempre estar.

Autor Edmar Batista de Souza ( Itohã Pataxó )

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