Morando próximo a cidade de Porto Real do Colégio a cerca de 1 Km, os índios Kariri-Xocó, tem acesso aos produtos industrializados. A Prefeitura Municipal de Porto Real do Colégio, dipõe de um Lixão ao Leste da Aldeia Kariri-Xocó, quando queimam causa um cheiro insurportável aos indígenas, além de poluir o ar. Sem um programa preventivo de combate ao lixo e a poluição, os índios não sabem lidar com os efeitos negativos do lixo, coleta, seleção e reciclagem. Os índios já dispuseram de ajuntar o lixo, mas a prefeitura municipal fazia a coleta e parou o serviço desde o ano passado. O Rio São Francisco estar poluído pelos esgotos das cidades ribeirinhas, deixando a água e mal condições de consumo. Nós fizemos nossa parte, na Aldeia Kariri-Xocó já tem Saneamento Básico, nossos esgotos são tratados e não vai para o rio. O problema mais grave é o lixo: plásticos, papéis, borracha que acumulam pelas ruas, da aldeia, na tribo não tem serviço de gari pela prefeitura. A Aldeia é considerada como um bairro da cidade, mas nada é feito para solucionar o problema. Defronte ao rio no lado da Rua da Frente na aldeia, os moradores colocam lixo na ribanceira do São Francisco. Os que moram na Rua do Portão faz da Lagoa dos Porcos um Lixão. Os da Rua do Posto depositam lixo na decida da Lagoa Comprida. Os índios que moram perto da Báia, faz da lateral da casa do velho José Quirino, um monturo. O Posto de Saúde da Aldeia Kariri-Xocó estar desativado a mais de um ano, a equipe médica trabalha em casa alugada, falta um programa preventivo. O mosquito almenta sua população a cada dia, importunando os indígenas de dia e á noite. Precissamos de uma solução urgente. Nhenety Kariri-Xocó.

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