INDÍOS DE PERNAMBUCO

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Dentro dos limites, do estado de Pernambuco, contém dez povos Indígena, distribuindo entre os municípios de Águas Belas, Pesqueira, Buique, Cabrobo, Inaja, Petrolândia, Jatobá, Tacaratu, Floresta e Carnaubeira da Penha, cuja população soma num total de aproximadamente 25.720 Índios.
Apesar do contato de, mas de cinco séculos, com sociedade não Indígena, ainda conversa traços marcantes, de sua cultura e manifestação religiosa, de origem que os diferencia, sobremaneira da sociedade dos demais povos indígenas, do Estado de Pernambuco, que são os FUNI-Ô, PANKARARU, XUkURU, ATIKUM, KAPINAWA, TUXA, PIPIPÃ, PANKARÁ,TRUKA.
O Estado de Pernambuco, hoje é considerado o 4º maior estado, em população indígenas do país, só perdendo para a Amazonas, Mato Grosso e Pará.
A maioria dos grupos indígenas de Pernambuco, tem o mesmo ritmo, só havendo alguns mudanças nas melodias, que imitem palavras de suas línguas matérias.

Maria Francisca
meuripank@hotmail.com

32 comentários

  1. Amiga maria sinto uma alegria muito grande quando vejo alguem falar do seu povo com muito entusiasmo por isto lhe digo abeleza transitoria da materia passa depressa.
    Mas procure sondar a beleza interna das pessoas com que convive.

    Abraços: Maya Pataxó Hãhãhãe

  2. Como é muito linda a sua força de garra, expresando a vida do seu povo para a sociedade em geral, mostrando com você é uma forte guerreira dizendo quem são o seu povo e quantas etinias tem em sua aldeia.Pois isso é muito importante para que as pessoas tenham conhecimento da historia do seu povo

    Contunui assim esta pessoa forte e batalhadora, guerreira…

    Yonana Pataxó Hãhãhãe

  3. Sua materia está muito legal Maria, claro que essa é aprimeira de muitas outras que viram por aí acredite ficaram melhores com o passar do tempo.
    Foça sempre, seu enteresse por sua comunidade é grande e é o que emporta!
    È muito bonito saber que vc tem enteresse nos povos vizinhos e saber alocalização de todos é muito emportante.
    Continui vá sempre em frente leia outras materias de colegas de outra etnia e as comente isso é muito bom para um bom desepenho.
    UM abraço, lian!!!!

  4. Minha colega, gostei muito de sua matéria e fiquei muito feliz por saber que nós não estamos sozinhos. Seria bom que todos nós conhececemos também os nossos irmãos indigenas, assim ficariamos unidos cada vez mais!
    Abraços, Ronaldo

  5. que legal saber que nosso povo esta entre o quarto lugar entre todos os povos !
    sua materia esta uma beleza gostei muito continui sempre essa pessoa anteciosa com seu povo e com sua cultura!!!!!!!!

  6. Obrigo a todos vc que estão me força para continua fazendo as minha materias e vou sim continua fazendo por que é um prazer falar da minha aldeia que amo.obrigada a todos queridos:
    meuripank

  7. “índio desaldeado”o que é isso!
    índio desaldeado é uma denominação devidamente falsa e cruel em relação á índios que vivem e moram fora da comunidade local índigena(a aldeia),mas o que nós mais se arrepiamos é a designação dada a tal palavra,o significado desse preconceito que é sustentados por alguns índios e autoridades,índios desaldeados são índios que não tem direitos comuns se comparados a um índio que vive na comunidade índigena(a aldeia),ou seja são índios que não tem direito algum daqueles que são estabelecidos pelo estatuto do índio.Isso é um absurdo1o índio além de sofrer preconceito pela sociedade atual(totalmente capitalista),agora é rejeitado pela sua própria aldeia.Eu queria saber das autoridades e de você,caro leitor,que lei e estatuto estabelece essa denominação preconceituoza”desaldeado”.E se por algum motivo os índios quando saem de sua terra eles perdem a sua identidade, a sua cultura(eles deixam de serem índios por acaso?).E se por algum motivo os índios saem de sua aldeia é por busca de melhores oportunidades de vida(algo que não se encontra na maioria das aldeias),quando sairmos de nossas aldeias nunca esquecemos de nossa cultura e tradição,até por que quem mora perto de suas aldeias sempre participam de suas tradições.Essa imigração de pessoas é natural do ponto de vista histórico,as pessoas sempre saem de suas comunidades em busca de melhores condições de vida,e as dos índios “desaldeados é um exemplo desse tipo de imigração,venho chamar a atenção da comunidade e de seus representantes o descaso sofridos por estes índios.peço a direção dos índios online para a publicação desta matéria,agradeço índios_pankararu

  8. Indios desaldeados !!!!
    Não existe talves estejam tirando férias e se esqueceram de suas origens,pois somos uma comunidade unificada ou seja uma
    única família.
    quem faz parte dela jamais se esquecerá

    abraços.

  9. adorei as matérias desse site o conteúdo e a simplicidade e afoça de vencer de quem as escreve estou mais do que feliz de fazer parte dessa familia tao linda q ainda tem suas diversidades mas como nenhuma outra se respeitam e preservam a vida vcs sao maravilhosos

  10. adorei este site, assim podemos ficar mais proximos e unificar as nossa forças…os nossos ancestrais nos deixos uma herança muito rica, e devemos defendelas com todas as nossas forças!!!

  11. adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

    As pessoas pesssam que isso não vale para nada mas me divertiiiii

    Não queria fazer esse trabalho mas me diverti muito com VC.

    OBRIGADA:MARIAAAAAAAAAAAAA

  12. “O povo das aldeias está muito longe…as pessoas da cidade não têm chance de conhecer as aldeias. Aqui neste palco de terra batida com o fogo, com a água, com o céu lá em cima acontece um verdadeiro ritual, com a presença do espírito. Não é um espetáculo é um Rito de Passagem para todos nós, para o nosso povo que vem se apresentar e para o público que vem assistir.”

  13. O grupo indígena Pankararu ou Pankaru está localizado na zona do Sertão do São Francisco, distante 412 km, da capital do Estado.

    A população atual do grupo indígena Pankararu é de 4.146 índios, distribuídos em núcleos familiares, ocupando uma área de 14.294 ha. Esta população é essencialmente rural, com dedicação quase exclusiva ao trabalho agrícola. A terra não é dividida eqüitativamente, e não se conhece a forma de ocupação inicial da área – se ocorreu segundo costumes tribais ainda existentes em outras partes do Brasil, ou se espontaneamente, de acordo com as necessidades de cada grupo familiar. Sabe-se, entretanto, que mesmo a partir da interferência do antigo Serviço de Proteção ao Índio – SPI, hoje FUNAI, nenhuma repartição formal da terra foi realizada, ao contrário do que ocorreu com os Fulni-ô. A base da economia Pankararu é a agricultura e a comercialização do que é produzido, sendo complementada por alguma atividade artesanal ou de transformação. No grupo indígena Pankararu, o feijão, o milho, o andu, a mandioca e o algodão são lavouras principais, além de uma variedade de frutas como caju, pinha, banana, goiaba e coco. Estas aparecem mais concentradas nos pés de serra, enquanto os roçados estão espalhados por toda a área que, embora relativamente pequena, apresenta paisagens distintas por conta da topografia. Planta-se nas vargens, em áreas planas e menos freqüentemente, nas encostas das serras, com uma produção mais condicionada ao regime de chuvas no Sertão do que pela qualidade de terra.

  14. É muito importante não deixar que as influencias feitas contra os Índios nas últimas décadas afetem a historia, cultura e a raça deles. é bom saber que ainda tem gente que batalha e se esforça pra mostrar o quanto os Índios são importantes e que nunca devem desistir de ter uma vida com respeito e civilizada. (Mayara Urbano e Raquele Nogueira 2T3)

  15. acho muito bonita a cultura indijena e concordoq ela ajudou muito na construção
    da cultura do nosso pais

  16. “O povo das aldeias está muito longe…as pessoas da cidade não têm chance de conhecer as aldeias. Aqui neste palco de terra batida com o fogo, com a água, com o céu lá em cima acontece um verdadeiro ritual, com a presença do espírito. Não é um espetáculo é um Rito de Passagem para todos nós, para o nosso povo que vem se apresentar e para o público que vem assistir.”

    escola: sizenando

  17. Como é muito linda a sua força de garra, expresando a vida desse povo para a sociedade em geral, mostrando como esse povo e quantas etinias tem nas
    aldeia.Pois isso é muito importante para que as pessoas tenham conhecimento da historia desse povo.

  18. O grupo indígena Pankararu ou Pankaru está localizado na zona do Sertão do São Francisco, distante 412 km, da capital do Estado A base da economia Pankararu é a agricultura e a comercialização do que é produzido, sendo complementada por alguma atividade artesanal ou de transformação. No grupo indígena Pankararu, o feijão, o milho, o andu, a mandioca e o algodão são lavouras principais, além de uma variedade de frutas como caju, pinha, banana, goiaba e coco. Estas aparecem mais concentradas nos pés de serra, enquanto os roçados estão espalhados por toda a área que, embora relativamente pequena, apresenta paisagens distintas por conta da topografia. Planta-se nas vargens, em áreas planas e menos freqüentemente, nas encostas das serras, com uma produção mais condicionada ao regime de chuvas no Sertão do que pela qualidade de terra.

    Aluno:
    Felipe José
    Yanaluzia Santos
    Gilson Souza
    2T3

  19. O Estado de Pernambuco, hoje é considerado o 4º maior estado, em população indígenas do país, só perdendo para a Amazonas, Mato Grosso e Pará e isso é
    muito importante pra a nossa cultura pra saber-mos mais sobre os indíos e da
    nossa própria cultura,e dos índios.

  20. A maioria dos grupos indígenas de Pernambuco, tem o mesmo ritmo, só havendo alguns mudanças nas melodias, que imitem palavras de suas línguas matérias

  21. dentro do estado de pernambuco existem 10 grupos indígenas.ELes estão divididos entre os principais municípios de pernambuco, com uma população extremamente elevada com o total de 25.720, o estado de pernambuco é o quarto maior estado com população indígena,perdendo somente para Amazonas,Mato Grosso,Pará.
    OS INDÍGENAS TEM SUAS CULTURAS E RITMOS QUE EXPRESSAM SUA VIDA CULTURAL.

  22. INDÍOS DE PERNAMBUCO
    Dentro dos limites, do estado de Pernambuco, contém dez povos Indígena, distribuindo entre os municípios de Águas Belas, Pesqueira, Buique, Cabrobo, Inaja, Petrolândia, Jatobá, Tacaratu, Floresta e Carnaubeira da Penha, cuja população soma num total de aproximadamente 25.720 Índios.
    Apesar do contato de, mas de cinco séculos, com sociedade não Indígena, ainda conversa traços marcantes, de sua cultura e manifestação religiosa, de origem que os diferencia, sobremaneira da sociedade dos demais povos indígenas, do Estado de Pernambuco, que são os FUNI-Ô, PANKARARU, XUkURU, ATIKUM, KAPINAWA, TUXA, PIPIPÃ, PANKARÁ,TRUKA.
    O Estado de Pernambuco, hoje é considerado o 4º maior estado, em população indígenas do país, só perdendo para a Amazonas, Mato Grosso e Pará.
    A maioria dos grupos indígenas de Pernambuco, tem o mesmo ritmo, só havendo alguns mudanças nas melodias, que imitem palavras de suas línguas matérias

  23. Dia Internacional dos Povos Indígenas
    Dia Internacional dos Povos Indígenas é comemorado com Audiência Pública

    O Dia Internacional dos Povos Indígenas será comemorado em Pernambuco na próxima terça-feira (09), às 9h, com audiência pública na Assembléia Legislativa de Pernambuco (ALEPE). O objetivo principal do ato político é chamar atenção da sociedade para as violações dos direitos indígenas como a criminalização de lideranças, dificuldade na homologação das terras tradicionais e descumprimento das leis que garantem uma educação indígena diferenciada. Lideranças, políticos e ativistas aproveitam o evento para fazer uma panfletagem informando a sociedade das violações constantes a que sofrem os índios no Estado.

    Cerca de 50 índios das etnias Tuxá (Inajá), Kapinawá (Ibimirim/Inajá), Atikum (Salqueiro/Carnaubeira da Penha), Pipipã (Floresta), Pankará (Carnaubeira da Penha), Truká (Cabrobó), Pakararu (Jatobá/Petrolândia/Tacaratu), Kambiwá (Ibimirim/Inajá)), Fulni-ô (Águas Belas) e Xukuru (Pesqueira/Poção) vêm do interior do Estado participar do evento que conta com o apoio do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), Comissão de Professores Indígenas de Pernambuco (COPIPE), Associação Nacional de Ação Indigenista (ANAI) e Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF).

    O Dia Internacional dos Povos Indígenas foi instituída pela Organização das Nações Unidas – ONU no ano de 1993, quando também foi definida a Década Internacional dos Povos Indígenas (1994 a 2004). Em 20 de dezembro de 2004, através da resolução 59/174, a assembléia da ONU aprovou o segundo decênio dos povos indígenas (2005-2014). A data, 9 de agosto, é uma referência ao primeiro dia em que se reuniu o Grupo de Trabalho sobre Populações Indígenas da Subcomissão de Prevenção de Discriminação e Proteção às Minorias da ONU, em 1982.

    Diagnóstico – No estado de Pernambuco tem-se uma população de aproximadamente 40 mil indígenas e uma diversidade de 11 etnias, de forma que essa omissão na defesa e garantia dos direitos indígenas, presentes na Constituição Federal e na Convenção 169 da OIT, tem favorecido a violação de Direitos Humanos essenciais à existência de um país multicultural e pluriétnico. O que tem propiciado um Estado de violência e impunidade

  24. Cerca de 50 índios das etnias Tuxá (Inajá), Kapinawá (Ibimirim/Inajá), Atikum (Salqueiro/Carnaubeira da Penha), Pipipã (Floresta), Pankará (Carnaubeira da Penha), Truká (Cabrobó), Pakararu (Jatobá/Petrolândia/Tacaratu), Kambiwá (Ibimirim/Inajá)), Fulni-ô (Águas Belas) e Xukuru (Pesqueira/Poção) vêm do interior do Estado participar do evento que conta com o apoio do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), Comissão de Professores Indígenas de Pernambuco (COPIPE), Associação Nacional de Ação Indigenista (ANAI) e Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF).

  25. Cerca de 50 índios das etnias Tuxá (Inajá), Kapinawá (Ibimirim/Inajá), Atikum (Salqueiro/Carnaubeira da Penha), Pipipã (Floresta), Pankará (Carnaubeira da Penha), Truká (Cabrobó), Pakararu (Jatobá/Petrolândia/Tacaratu), Kambiwá (Ibimirim/Inajá)), Fulni-ô (Águas Belas) e Xukuru (Pesqueira/Poção) vêm do interior do Estado participar do evento que conta com o apoio do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), Comissão de Professores Indígenas de Pernambuco (COPIPE), Associação Nacional de Ação Indigenista (ANAI) e Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF).

  26. O Dia Internacional dos Povos Indígenas será comemorado em Pernambuco na próxima terça-feira (09), às 9h, com audiência pública na Assembléia Legislativa de Pernambuco (ALEPE). O objetivo principal do ato político é chamar atenção da sociedade para as violações dos direitos indígenas como a criminalização de lideranças, dificuldade na homologação das terras tradicionais e descumprimento das leis que garantem uma educação indígena diferenciada. Lideranças, políticos e ativistas aproveitam o evento para fazer uma panfletagem informando a sociedade das violações constantes a que sofrem os índios no Estado.

  27. Professora Quitéria, o nosso estado de Pernambuco pode ser considerado uns dos maiores do Brasil, considerando a totalidade de população indígenas, mais no nosso estado à muita discriminação por conta da cor e do modo de eles se vestirem, do modo de agir… As maiorias das pessoas pensam que porque são de uma classe social mais alta, pensam que são melhores do que eles.. mais sem eles perceberem somos todos do mesmo nível… se não fosse isso eu consideraria o nosso estado, não só um dos maiores mais sim um dos, melhores, porque somos todos seres humanos, e nascidos do mesmo pai… e assim como eles nos respeitam, devemos respeitá-los…

    Alunos: Rafael Torres Galindo de Souza…
    Josuel Ferreira da Silva Junior…
    Melkizedeck Melo da Silva…

    Turma: 2t1

  28. Nascido e criado no sítio curral de fora, no municipio de Mata Grande, estado de Alagoas. Me sinto um desaldeado também em virtude das politicas neoliberal dos governos passados que atuaram junto a funai, que nada para proteger as nações indigenas em todo o pais, que os irmãos Pankararus lutem pelos seus direitos.
    “Encontro – me residindo atualmente em São Paulo desde 1974″.

  29. Gostaria de saber informacoes a respeito do Sitio Curral de Fora. Acredito que meus antepassados viveram nesse sitio em Mata Grande, Alagoas no inicio do seculo XX. O nome de meu bisavo era Manuel Custodio.

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