MANIFESTAÇÃO

Viemos a público manifestar nosso desacordo com a “nota de repúdio” dirigida à Coordenação Geral de Educação em 15 de março de 2008. Ressaltamos que os trabalhos dessa Coordenação são realizados segundo o rigor dos preceitos das leis que orientam o serviço público e a conduta dos seus servidores são pautados nos mais altos princípios éticos e profissionais.O apoio e o acompanhamento aos estudantes indígenas são realizados por essa Coordenação de forma sistemática e transparente, visando valorizar os estudantes empenhados em sua formação, a partir de critérios específicos e análise sócio-econômica detalhada. Dessa forma, colocamo-nos a disposição de todos para quaisquer esclarecimentos e, mais uma vez, condenamos as acusações levianas que nos foram dirigidas, na certeza de que elas não refletem o pensamento geral dos estudantes assistidos por essa CGE.

Coordenação Geral de Educação

Referente matéria: http://www.indiosonline.org.br/blogs/index.php?blog=11&p=2612&more=1&c=1&tb=1&pb=1#c33536

DEIXEM SEUS COMETÁRIOS IRMÃOS E PARENTES INDIGENAS, NÃO SE CALEM PARA MEIA DÚZIA DE PALAVRAS TÉCNICAS, POLITICAS E EDE ROTINA POIS SEMPRE SÃO QUESTINONADO PELA AUSENCIA DE APOIO SE FUNDAMENTO EM LEIS QUE VEM SÓ PODAR NOSSOS DIREITOS.

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14 COMENTÁRIOS

  1. Gostei muito!!!!! estou de acordo e apoio a nota de repúdio da ASSUIB, ao Departamento de Educação da Funai de Brasilia. Eu como estudante de direito da Universidade de Brasilia – Unb venho a público fazer tambem meu manifesto que tenho passado por inúmeras dificuldades desde que ingressei no curso, entre elas,falta de apoio pedagógico e, principalmente financeira. Tenho pedido materiais, como xerox, códigos e livros emprestados a colegas de aula devida falta de condições para comprar. Como estudante que frequenta Seminários, faz pesquisas de campo, conviver no meio acadêmico com trajes e vestimentas precárias é constrangedor, mesmo porque uma bolsa de 260,00 não dar nem para comprar um código ou um livrinho no Cebo(livraria onde vende-se livros usados e, muitas vezes, arcaicos). Tenho feito várias cartas expondo motivos e todas elas indeferidas aleagando. como se coubesse somente a mim, assim com tenho tentado fazer, arcar com parte das despesas acadêmicas. Não estou querendo viver às custas de bolsa, mas tenho a plena consciência do que foi firmado no convênio entre Funai e a universidade_Unb e que é um direito meu requerer igualdade, pois todos tem as mesmas necessidades e os mesmos direitos que os outros. Eu sou a pessoa que estava trabalhando num supermercado para o meu sustento, mencionada na carta de repúdio da Assuib, mas tive que sair do emprego para pegar matérias no periodo da manhã, mesmo sabendo que passarei por dificuldades novamente. Para concluir, agradeço aos parentes quando se manifestam a repeito, como tambem acho que devemos mesmo ir além dos nossos comentários aqui neste espaço.
    Abraços a todos, e vamos participar!!!!!

  2. Mais uma vez, infelizmente as noticias são horrorozas e vergonhosas para uma
    Instituição criada para “…Dar assistência ao indio, defender e resguardar os direitos e beneficios aos indigenas ..” Porque fazem questão de criticar, rebaixar e noticiar informações ruins , ao invés de AJUDAR, DEFENDER E FAZER O SEU VERDADEIRO PAPEL PARA QUAL FORA CRIADA!!!!COMO BEM SABEMOS PARENTES E ACADEMICOS E AOS NÃO IDNIGENAS!!!! cadê o Dinheiro público que é destinado a educação superior indigena, que esta sendo gasta com luxurias de funcionarios públicos, cadê as portas abertas de setores que é para funcionar normalmente , mas que quando chegamos na RENOMADA, Funai, as portas estão fechadas, e realmente muitos parentes se calam pois com todo respeito!! tem medo de perder seus cargos, ou tem rabo preso , pois recebe tratamento VIP , informo e declaro como acadêmica , DIFICULDADES , é igual para todos os academicos, como pode um estudante se manter se tem grade curricular aberta, como pode este trabalhar e se MANTER estudando, cade aS POLITICAS DE AFIRMAÇÕES PARA OS INDIGENAS, QUE NUNCA SÃO CHAMADOS PARA SEREM OUVIDOS , PARA QUE SE CRIE AFIRMAÇÕES PARA MELHOR PERMANENCIA, TUDO ISSO PARENTES , COMO DIZ O NOSSO PARENTE TUPINAMBÁ!! ESTUDO É UM DIREITO E NÃO ESMOLA, RESSALTANDO QUE SE EXISTE UM DETERMINADO SETOR É PORQUE HÁ DEMANDAS E SE O GOVERNO CRIA ESSE SETOR É PORQUE TEM VERBA, E SE TEM ALGUEM NEGANDO , DISCRIMINANDO , RACISTA É PORQUE TEM COISA AI!!! bom meus caros companheiros de estudos!!!! estou a disposição para reunirmos como fora conversado com a Patricia para pedirmos TRANSPARENCIA ,E QUE TAL PEDIRMOS TAMBEM UMA AUDITORIA , PARA NOSSO SETOR QUE É TOTALMENTE TRANSPARENTE, E QUE QUEM SOFRE SOMOS NÓS ESTUDANTES QUE PASSAMOS POR SITUAÇÕES CONSTRANGEDORAS,E FINANCEIRAS, E NAÕ DEVEMOS NOS CALAR DIANTE DE PESSOAS INCOMPETENTES EMOCIONALENTE E MORALMENTE PARA QUE NOS POSSA ENTENDER AS NOSSAS DIFICULDADES, QUE QUEM PASSA POR TAIS SOMOS NÓS!!! QUE SE BRIGAMOS É PORQUE NADA ESTA BEM!!! VAMOS APROVEITAR ESSE MÊS DE ABRIL ONDE É VOLTADO PARA O MÊS DO INDIGENA!!!!!!!!!!!! E VIVA A DEMOCRACIA E A IGUALDADE , TEMOS CABEÇAS BRILHANTES QUERENDO TRABALHAR REALMENTE EM PROL DOS ESTUDANTES INDIGENAS, BASTA DAR OPORTUNIDADE PARA ESTES QUE LUTAM PELA IGUALDADE !!!!!!!!!

    MEMBRO DA ASSUIB-

  3. Venho por meio deste, expor minha indignação com essa atitude da FUNAI, de está repúdiando a manifestação legítima dos alunos universitários da UNB – Universidade de Brasília. Atitude essa inesperada pelo meu ver, pois já mais esperaria da FUNAI essa colocação, uma vez que esse orgão se diz competente para a defesa dos povos indigenas, na verdade é incompetente e omissa. Sou Assistente Social formado pela PUC/SP graças a articulação de meu povo com outros povos indigenas, foi firmado uma parceria entre os indigenas de São Paulo, Arquidiocese de São Paulo e outros parceiros, no entento não posso deixar de falar dá FUNAI. Ressalto que se dependecemos da FUNAI já se tinha terminado esse projeto de inclusão dos indigenas na Universidade, porque a mesma repassa para o estudante o valor de R$150,00 por mês, no entanto só recebe os alunos que já são antigos no projeto, os novos tem que se manter com seu próprio sustento. Para amenizarmos a situação, temos que dividir esse valor em três pessoas. Ai cabe o aluno decidir se tira uma xerox ou compra um lanche, sabemos que a xerox é ilegal, mais se comprar um livro ainda o aluno corre o risco de ser taxado de “caloteiro”, para manter nossa dignidade acabamos nem comprando o livro por ser caro.
    Essa manifestação da FUNAI contra os alunos, cai como uma luva ao se pensar que os valores investidos na educação está sendo favoravél, onde na verdade nós gostariamos de desvendar a indagação: Pra onde vai todo o dinheiro investido na educação dos povos indigenas?
    Não queremos aqui ficar “mamando nas tetas do governo”, só que muitas vezes os alunos são obrigados a sairem dos seu respectivos empregos para puder fazer seus estágios que são obrigados pela faculdade, comigo não foi diferente, pois tive que pedir demissão para poder continuar os estudos, sendo que meus pais tinham que bancar com minhas despesas por que mal dava para pagar a passagem de ônibus.
    Fundação Nacional do Indio,com essa sua iniciativa infeliz vocês estão sendo na verdade uma FUNDAÇÃO DOS INDIGENAS NACIONAL, acabando com o restante dos indigenas que ainda vivem nessa nação, contribuindo com o genocidio e etnocídio, esperamos que vocês revejam essa atitude.

    “Com a borracha da negligêcia e da corrupção, apagam do papel nosso direitos constitucionais. Mas, com o lápis da sabedoria e da esperança, escrevemos nossa história cada vez mais forte, com a cultura, crença, dignidade e tradição.Isso pode ter certeza que nunca apagarão!”
    Edcarlos – Pankararu

  4. Com imenso prazer que nos aqui de Campo Grande, Mato grosso do Sul estamos aderindo ao manifesto da nota de repudio perante a questäo dos cortes orcamentarios e nos colocando a disposicao do movimento estudantil indigena de Brasilia e de todos os estados da federacao, sabemos que a nossa realidade na educacao indigena nao e a ideal mas podemos lutar por melhorias na questao das bolsas universitarias indigenas, alocando recursos de outros setores da esfera federal,Estadual e porque nao Municipal, buscando apoio das bancadas federais e estaduais de cada estado, isso em ultimo caso esgotando todas as negociacoes com a Funai e outros Poderes. Tendo em vista que aqui em Mato Grosso do Sul alem da bolsa da Funai temos o Bolsa Universitaria bancado com recursos oriundo do governo do estado. Desde ja deixo aqui os meus sinceros abracos e cordiais saudacoes Indigenas,
    SANDER BARBOSA
    Academico Indigena do Curso de Letras – Uniderp-Anhanguera e Presidente do Conselho Municipal dos Direitos e Defesa dos Povos Indigena de Campo Grande-MS

  5. Boa tarde,

    Companheiros acadêmicos!!!!!

    Vejam bem nessa matéria!! uma bolsa de R$ 900,00 subentende-se que todos recebem esse valor mas não é …..então…falar e omitir dados..é coisa FEIA, MENTIR É FEIO….É COISA DE MULEQUE!!!!! entao esta a vista que a discriminação esta virando uma pizza!!!!!!!

    06/ 09/ 2006 – integração racial

    Cabo-de-guerra entre Funai e alunos

    Universitários acusam entidade de ineficiência no auxílio
    aos indígenas nas universidades

    SALVATORE CARROZZO
    Repórter da UnB Agência

    O encerramento do II Encontro de Estudantes Indígenas no Ensino Superior e o I Encontro da Rede Brasileira de Instituições de Ensino Superior para Povos Indígenas, na noite de terça-feira, 5 de setembro, foi marcado por muito debate. A Coordenação-Geral de Educação da Fundação Nacional do Índio (Funai) foi duramente criticada pelos participantes dos eventos, realizados na Universidade de Brasília (UnB). Convidada pela organização, Maria Helena Fialho, responsável pela área, mandou um representante, o antropólogo Gustavo Menezes. A UnB Agência procurou Maria Helena, na quarta-feira, dia 6, mas foi informada que ela está no Pará, em viagem a trabalho.

    “Sempre que buscamos falar com ela, somos informados que ela não está ou que não pode nos receber”, diz Felisberto Cupudunepá, 21 anos, 1º semestre de Engenharia de Alimentos da Universidade do Estado do Mato Grosso (Unemat), que junto à UnB forma a Rede Brasileira de Instituições de Ensino Superior Indígena (REDE), lançada na segunda-feira, 4 de setembro. A opinião de Cupudunepá encontrava eco em grande parte da platéia.

    Daiane Souza/UnB Agência

    Monzilai conta que só recebeu produtos alimentícios no segundo ano do curso
    A principal crítica dos estudantes é em relação à pequena abrangência e ao baixo valor das bolsas de estudo oferecidas a alunos para cobrir despesas como alimentação, moradia, livros e fotocópias de textos. O estudante do 9º semestre de Direito das Faculdades Unicen (MT) Sidney Baconepa Monzilai, 24 anos, conta que a Funai só começou a mandar cesta básica com produtos alimentícios após o segundo ano do curso. “Mesmo assim, era apenas a cada quatro meses”, queixa-se.

    Moderadora da mesa, a advogada Fernanda Kaingang também aproveitou para alfinetar o órgão. “Quando estudante, cheguei a receber alimentos com o prazo de validade vencido”, relata. Apesar de dividir com o Ministério da Educação (MEC) a responsabilidade sobre a educação de brasileiros de origem indígena, é a Funai que administra a concessão de bolsas de estudos e o envio da alimentação.

    PROBLEMAS – Menezes admitiu que os trabalhos e serviços desenvolvidos pela Funai estão aquém das expectativas. “A situação não é das melhores. O quadro de funcionários é pequeno. Na nossa coordenação, por exemplo, somos apenas cinco pessoas”, afirma. Mesmo assim, o antropólogo diz que o descontentamento dos beneficiados, muitas vezes, é gratuito. “Alguns nos vêem como oponentes, quando na verdade somos aliados”, polemiza.

    Segundo ele, outros fatores também estão ligados à permanência dos alunos, como a falta de preparo dos professores em lidar com os costumes ou a pouca familiaridade dos estudantes com o idioma português e línguas estrangeiras. “Permanência não é só recurso; envolve instrumentos pedagógicos”, acredita. Para Fernanda, o problema vai além. “Em relação à educação, a legislação brasileira é ótima, mas não é posta em prática”, lembra a advogada. Ela ressalta ainda que as consultas à população indígena sobre assuntos que afetam essa parcela da população não são feitas como deveriam.

    Quanto à disparidade entre os valores de bolsas, Menezes joga parte da culpa nas universidades. “Precisamos de convênios com as instituições, os nossos recursos são poucos”, diz. Além disso, ele afirma que os alunos indígenas precisam se mobilizar e agir de forma mais política, fazendo reivindicações em grupo, e não individualmente. “Aumentou muito a demanda, e aqueles que trabalham com políticas públicas nessa área não sabem disso”, disse o chefe do núcleo da Funai de Bonito (MS), José Resina Fernandes. “Pudera, nunca nos recebem quando vamos lá (na sede do órgão, em Brasília)”, arrematou, prontamente, um dos alunos na platéia.

    PARTICIPAÇÃO MINISTERIAL
    Em 2005, o Ministério da Educação (MEC) lançou o Programa de Apoio à Formação Superior e Licenciatura Indígenas (Prolind). O edital é focado no incentivo à elaboração e implantação de cursos de licenciatura para formação de professores indígenas e propostas que possibilitem a permanência dos estudantes indígenas. As quatro instituições que enviaram projetos para esse último eixo (permanência) foram beneficiadas com até R$ 75 mil cada. As Universidades Federais da Bahia (UFBA), do Tocantins (UFT), e as Estaduais do Mato Grosso do Sul (UEMS) e do Oeste do Paraná (Unioeste) foram contempladas.

    Daiane Souza/UnB Agência

    Verônica afirma que projetos devem beneficiar as comunidades
    “A verba é para o pagamento de bolsas para indígenas envolvidos em projetos das universidades”, diz a coordenadora do Prolind, Verônica de Carvalho, que também esteve presente ao encontro. Ela acrescenta que as atividades desenvolvidas devem beneficiar as comunidades indígenas, mas os objetivos de cada uma ficam a critério dos participantes e das instituições. Essa é a primeira vez que o MEC lança um edital voltado para a educação superior indígena. Como é um projeto-piloto, o futuro é incerto. Segundo a Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério, à qual o Prolind é ligado, a proposta é realizar um seminário nacional com os participantes para avaliar o programa.

    PERMANÊNCIA NA UnB

    Em 2006, um acordo entre a Funai e a UnB possibilitou que 15 indígenas de diversos estados brasileiros pudessem entrar na graduação. Os cursos da área de Saúde – Medicina, Ciências Farmacêuticas, Biologia, Nutrição e Enfermagem – foram escolhidos a partir das demandas das comunidades. A bolsa de R$ 900,00 oferecida aos alunos é vista com inveja pelos estudantes de outras instituições. O antropólogo Gustavo Menezes, da Coordenação-Geral de Educação da Fundação, diz que o valor alto quando comparado à realidade brasileira é fruto da parceria do órgão com a universidade. “Só é assim porque a UnB fez questão de possibilitar essa permanência plena. Apenas acordos como esse viabilizam uma melhor oferta de benefícios”, diz.

    Além do auxílio, os indígenas contam com aulas de reforço em disciplinas básicas, como Biologia. Os estudantes também têm tutores para auxílio em outras matérias. Caso sintam necessidade, podem ainda indicar um colega de curso para servir como monitor, que recebe bolsa para estudar junto ao indígena e ajudar na solução de dúvidas. Na hora da matrícula, os coordenadores sugerem as disciplinas mais indicadas para a situação curricular de cada um. “Também estamos pensando em montar uma mostra cultural no primeiro semestre de 2007, para que cada um possa mostrar os costumes de seus povos. Isso ajuda na permanência desses alunos”, afirma a coordenadora do Serviço de Orientação ao Universitário (SOU) da UnB, Aparecida Cunha.

    VEJA TAMBÉM

    Coletâneas
    Inclusão do Índio no Ensino Superior

    Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

  6. A Fundação Nacional do Índio (instituição governamental criada para dar proteção ao indígena), pessoa jurídica, lamentavelmente sucatada. De quem será a culpa, hein?! Não vem cumprindo há muito com suas obrigações.
    Só não entendo, por que alguns funcionários se sentem injustiçados, quando reclamamos nossos direitos, haja vista, que não citamos nenhum nome de pessoas físicas, Cuidam logo de defender a instituição, como se nós indígenas, não pudéssemos reclamar dos descasos e desmandos (por certos nos prestam um favor, e nada mais). Ainda não aprenderam que lidam com pessoas de culturas e tradições diferentes, que foram relegados, por esse sistema, que ai está. PRECISAM URGENTEMENTE RETORNAR PARA SUAS ACADEMIAS DE ORIGEM, FAZER UMA RECICLAGEM, EM ANTROPOLOGIA CONTEMPORÂNEA, QUEM SABE, ASSIM APRENDEM A TRABALHAR MELHOR COM ÀS DIFERENÇAS, SE TORNANDO MAIS HUMANOS, RESPEITANDO OS DIREITOS, E A HISTÓRIA DOS POVOS INDÍGENAS, E FAZER VALER ÀS OBRIGAÇÕES CABÍVEIS. TENHO UMA CURIOSIDADE, A FUNDAÇÃO PAGA EM DIA OS SÁLARIOS DOS SERVIDORES? ACREDITO QUE SIM, TALVEZ, POR ISSO SE ESMERAM EM DEFENDER, PORQUE NÃO EXISTE UMA OUTRA EXPLICAÇÃO PLAUSÍVEL.
    A atitude correta do Departamento, seria a de averiguar, avaliar, problematizar, e lançar para uma discussão, juntamente, com nós estudantes, lideranças, e governo a fim de promover nossa permanência. Levando o caso ao Ministério Público Federal, caso houvesse necessidade, ou será, que é preciso nós indígenas fazermos isso? Lançarmos mãos de todas as informações necessárias, desde nosso orçamento (receita e despesas), custos de material universitário (livros e outros) e provar ao MPF, que existe sim, indígenas, que não há mínima condição de se manter incluído nas academias universitárias. Daí, Fundação vai responder da mesma forma, que se colocou diante do indígena portador de necessidade especial (paraplégico), que disse não ser de responsabilidade dela, a permanência dele na universidade, já que ele não tinha como se adaptar às estruturas, por não atender suas necessidades. Lembrando, que a todos os cidadãos é garantido o acesso a educação. E, nós povos indígenas, é uma questão de reparação, de inclusão social, ou querem nos tratar igual aos cidadãos, que sempre tiveram oportunidades?
    Lamentável, atitudes como estas, é fruto de uma herança colonialista.
    Agora nós temos voz, não estamos mais na obscuridade, que nos foi imposta, onde só os que se sentem peritos, autoridades falavam por nós, desqualificando-nos, e distorcendo nossa verdadeira história. Deixando-nos à margem da margem, da sociedade. Hoje, podemos falar diretamente à sociedade nacional, e internacional, que tudo não passou de um engodo, que ainda existe uma conspiração contra nós Povos Indígenas, a maioria das nossas Comunidades não são emancipadas econômicamente.
    NÃO É INTERESSANTE PARA O SISTEMA O INDÍGENA “LETRADO”, OU SERÁ?!

  7. VENHO EM NOME DOS ESTUDANTES INDIGENAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA (UEFS), INFORMAR A TODOS QUE TAMBÉM ESTAMOS PASSAMOS NECESSIDADES PARA SE MATER NA UNIVERSIDADE, NA QUAL PEDIMOS O APOIO A FUNAI DE BRASILIA E A AER/PAULO AFONSO, UMA AJUDA PARA PODERMOS CONTINUAR OS NOSSOS ESTUDOS, MAS QUE FOI RECUSADO PELA MESMA. ONDE FICAMOS COM A SENSAÇÃO DE ESTARMOS DESAMPARADOS.

    ONDE ESTÃO OS NOSSOS DIREITOS?
    QUAL A REAL FUNÇÃO DA FUNAI? ATÉ OS MATERIAIS ESCOLARES FORAM NEGADOS!

  8. faz um ano agora em 2008, que estou tentando entrar no Ensino Superior, na primeira e última vez que consegui neste ano, desisti devido a altas mensalidades de uma Universidade particular, quero entrar em universidade federal ou estadual,contudo com a ajuda da FUNAI que repudia esta ajuda, neste caso PEÇO POR FAVOR ajuda de parcerias para estar me auxiliando com bolsa no Ensino Superior, da qual em dezembro vou informar o Estabelecimento da qual vou estudar ano que vem 2009.

  9. Venho dizer meus parente que esse discaso não e somente com como universitarios ídigenas,mais vem desde do ensino fudamental até o ensino superior,faço tecnologia angoindustrial de alimentos na uepa graças a Deus que mim deu muita força e coragem e ao meu povo que mim deu muita força,resolvi presta o vestibular aqui porque tenho mais chance do que em tocantins aonde esta localizado a sede que cuidar da tribo ao qual pertenço os fucionarios de lá sempre ficam atrapalhando ou desanimando os jovens que estão querendo engressa em uma universidade.estou aqui por conta propria mim virando do jeito que dar sei que não adianta eu ir lá perdi ajuda pois não irão mim ajuda eles sempre falam assim”não podemos fazer nada por vocês porque vocês estão localizados do lado do estado pará” acho até engraçado pois na hora de recebe verba no nome das aldeias MARANDUBA e SANTO ÂNTONIO não tem fronteiras.somos a única tribo KARAJA localizada no municipio de SANTA MARIA DAS BARREIRA-PARA;adorei este movimento estudantil índigena mim avisem quando tiver outro que farei questão de participa sou bisneta da (benta)thuarry

  10. Olá, meus irmãos !!

    Venho aatravés desta registrar a minha indignação com relação a atitude da Funai para com os estudantes de Brasília
    É um fato lamentável e vergomhoso a omissão do Orgão Federal que cuja missão é defender os direito indígenas junto
    aos demais segmentos da sociedade, inclusive de garantir a permanência de estudos em todos os níveis. A Funai sempre alegou
    e até hoje alega que falta recursos financeiros e humanos para atender a demanda, mas não é capaz de articular politicamente
    com as outras esfera pública que também podem estar colaborando, através de convênio por exemplo. Hoje, na concepção atual
    nós indios deixamos de ser ” bixinhos de estimação ” da Funai, somos integrantes ativa de uma sociedade, embora contra a vontade
    de muitos. Assim, todas às vezes que cobramos os nossos direitos não estamos pedindo esmolas, apenas o cumprimento da Lei
    que seria o dever constitucional da Funai. Então parentes, a situação é dramática, infelizmente todos estamos na mesma condição
    o que nos incentiva de continuar a caminhada, desistir já mais, esses problemas na verdade devem nos servir como injeção de ânimo
    porque a geração futura depende de nós, parabéns pelo movimento e que NHANDERU-ETE proteja todos nós.

    EMILIANO VERAJÙ- Estudante de Direito – Universidadde Estadual de Londrina-Paraná – UEL

  11. E inadimissivel estarmos diante de fatos desumanos. Senhores politicos,não foram os nossos antepassados que erqueram suas ocas nos quintais de seus tataravos e sim, foram eles que chegaram e destruiram santuarios de nossos povos. Como se isso já não bastasse, agora querem nos repreenderem ao que temos direito. Somos humanos como um outro dito cidadão qualquer. Temos direitos iguais a escolas e faculdades. Não adianta querem nos intimadar seus cupulas de Petistas que transfomaram a FUNAI numa decadencia total em moral e estrutura. Chega FUNAI!!!…de querer fazer dos indigenas o seus ganha pão e a sede da Funai uma banca de empregos as pessoas ligados ao presidente.

  12. Deixo o meu contato para os colegas de batalhas e todos que publicam neste site para que possamos interagir,trocar nossas ideias e conhecimentos. Dai então, podermos procurar outros meios que possamos aderir para o fortalecimento de uma politica indigena, dirigida por nós e não pela sociedade envolvente que falam o tempo todo por nós como se eles fossem os donos da verdade, como se eles estivessem passando e vivendo as consequencias do descaso do governo brasileiro com a nossa sociedade.

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