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	<title>Índios Online</title>
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	<description>Um portal de diálogo intercultural</description>
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		<title>BIOGRAFIA DO CACIQUE AKANAWÃ HÃ HÃ HÃE</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 21:17:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PATAXÓ HÃ HÃ HÃE</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Reginaldo Ramos dos Santos, com nome indigena dado pela atuação de cacique Akanawã Baênã Hã Hã Hã Txitxiáh nasceu em 14 de janeiro de 1975 em Itabuna, é indigena da etnia Hã Hã Hãe da familia Baênã. Filho de Agnaldo Moreira dos Santos e de dona Maria de Lourdes Ramos, filha do casal de indigenas  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reginaldo Ramos dos Santos, com nome indigena dado pela atuação de cacique Akanawã Baênã Hã Hã Hã Txitxiáh nasceu em 14 de janeiro de 1975 em Itabuna, é indigena da etnia Hã Hã Hãe da familia Baênã. Filho de Agnaldo Moreira dos Santos e de dona Maria de Lourdes Ramos, filha do casal de indigenas  Txitxiáh e Rosalina que foram capiturados no mato.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_13599" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><a href="http://www.indiosonline.net/biografia-do-cacique-akanawa-ha-ha-hae/dsc00075-3/" rel="attachment wp-att-13599"><img class="size-full wp-image-13599" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120518_dsc00075.jpg" alt="" width="448" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Sala da Presidência da FUNAI/ Brasilia - DF</p></div>
<p>Sua familia pobre passou por momentos dificeis, envolvendo necessidades da vida cotidiana como alimentação, vestuario, alojamento e cuidados de saúde. Pobreza neste sentido foi palavra facil de pronunciar durante todo sua infancia. Mas a vontade de vecer sempre andou lado a lado da certeza que com muitos esforços superou todo tipo de barreira para ser uma pessoa popular por onde passa.</p>
<p><strong>Infância</strong></p>
<p>É o terceiro de 10 filhos de Agnaldo Moreira dos Santos e Maria de Lourdes Ramos, sendo que somente dos 10 filhos 03 é do primeiro casal. Em sua infância sofreu muito, pois seu pai separou se de sua mãe ainda quando o mesmo estava com um ano de nascido. Morou em Itabuna por 06 anos, em 1983 foi morar na aldeia Caramuru em Pau Brasil, onde desde cedo começou a praticar agricultura para ajudar sua mãe na produção de alimentos para o sustento familiar.</p>
<p>Por muitos anos vendeu verdura na feira livre, onde essa verdura era transportada em um jegue por nome “curió”, estudou sempre desde cedo, onde caminhou a pé por vários quilômetros.  Em 1988 passou a morar na aldeia Bahetá, no município de Itaju do Colônia, ainda com idade de 14 anos vendeu pão no cesto, picolé, geladinho,  peixe pescado no rio Colônia, trabalhou em fazendas roçando pastos e construindo cercas enquanto ajudante, trabalhou em limpeza de quintais e morou como menino de rua por três semanas em becos e praças da cidade de Itaju do Colônia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Educação e trabalho</strong></p>
<p> Ainda quando morava na Aldeia Caramuru, no município de Pau Brasil, aos 07 anos, trabalhou vendendo batata, aipim, limão, abobora e coentro na feira livre de Pau Brasil. Tinham que andar quilômetros para buscar água de poço e para estudar.  Já em Itaju do Colônia, a fim de contribuir na renda familiar, começou a trabalhar aos quatorze anos, em fazendas da região, roçando pastos e roçando em áreas cacaueiras. Durante o mesmo período também trabalhou em padarias e sorveteria de Itaju do Colônia para ajudar na renda familiar.  Aos 17 anos acompanhou um parque de diversão que saiu da cidade de Camacan e girou varias cidades da Bahia e seguindo para Governador Valadares onde conheceu varias cidades do estado de Minas Gerais. Aos dezenove anos retornou ao estado da Bahia onde morou por quatro anos na em Porto Seguro.</p>
<p>Em Porto Seguro foi catador de latinhas, dos recursos arrecadados,  conseguiu obter seus documentos, começou a trabalhar na empresa por nome Labuto na função de gari, e mais tarde coletor de lixo, foi nessa função onde teve a carteira de trabalho assinada pela primeira vez, permanecendo ali por oito meses. Transferiu-se depois para o hotel Albatroz onde exerceu a função de auxiliar de serviços gerais e meses depois na função de Office &#8211; boy.  Em 1996 retornou para a aldeia Caramuru, onde retornou aos estudos e continuou a trabalhar na agricultura, mas em 1999 voltou a morar na aldeia Bahetá, no mesmo ano fundou a Escola Municipal Indígena Bahetá onde ensinou por quatro anos e formou se em  magistério normal e no magistério especial indígena, em 2005 foi morar em  Pau Brasil, dessa vez na região de Água Vermelha e lecionou por dois anos no Colégio  Modelo Estadual Indígena do Caramuru. Em janeiro de 2010 retornou para Itaju do Colônia, exercendo a função de Coordenador para Assuntos Indígenas da Aldeia Bahetá até os dias de hoje.</p>
<p>Em 2003, recebeu da Comunidade Indígena da Aldeia Bahetá a mais alta e  importante função dentro de uma aldeia, o cacicado, na função de cacique, ainda muito novo para tamanha responsabilidade, mas com muita dedicação e sabedoria travou uma luta em busca de trazer de volta as familias indígenas que estavam residindo fora da aldeia. A busca de melhorias de vida buscou também através do dialogo a pacificação entre índios e sociedade Itajuense, travou também um dialogo com o governo do estado da Bahia onde tem assentos em varias organizações públicos dentro da política indigenista. Brasília já virou uma rota bem conhecida, pois de forma incansável tem indo a capital brasileira dialogar com autoridades do governo federal, Supremo Tribunal Federal, Câmara dos Deputados e organizações – não governamentais sobre os direitos constitucionais garantidos sobre a posse do território Pataxó Hã Hã Hãe.</p>
<p>Em Itaju do Colônia tem participado da política educacional em vários governos, no ano de 2009 assumiu uma Coordenadoria para Assuntos Indígenas da Aldeia Bahetá criado pela primeira vez no município pelo então prefeito Padre Edinaldo Martins dos Santos. Ajudou de forma integrante na construção do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA, buscando para as familias carentes alimentações diversas junto a Secretaria de Agricultura e prefeitura.</p>
<p>POLITICA.</p>
<p>Enquanto cacique dos Hã Hã Hãe, sempre esteve em constante contato com autoridades do meio político municipal, estadual e federal e do poder judiciário para garantir os direitos constitucionais de seu povo. Em 14 de fevereiro de 2003 esteve juntamente com outras lideranças indígenas um importante encontro com o Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva onde na oportunidade foi lhe entregue um livro com toda história comprovando a autenticidade do território Caramuru Catarina Paraguassu.</p>
<p>Muitas são as reuniões com o governo do estado, onde tem referencia enquanto liderança indígena do dialogo político, cultural e social em busca de projetos de auto &#8211; sustentabilidade para seu povo. Forte liderança atuante nas discussões em favor de uma sociedade igualitária. Durante dez anos  que atua na função de cacique visitou o Supremo Tribunal Federal varias vezes, foram muitos os ministros visitados, foram varias as reuniões para a proteção dos direitos da posse da terra sagrada deixada pelos seus ancestrais.</p>
<p><strong>Obras do autor.</strong></p>
<p>No ano de 2005 ajudou a organizar uma caminhada juntamente com a ONG THYDEWÁ, onde visitou as escolas levando sempre em mãos o “Projeto Índio Quer Paz”, que foi acompanhado do lançamento do <strong>Livro Índios na Visão dos Índios</strong> que fala sobre a história, cultura e Educação dos Pataxó Hã Hã Hãe, foi destaque em duas paginas desse relevante trabalho que se espalhou pelo Brasil e muitos países da Europa. Nos dias 16 e 17 de março de 2008 juntamente com  o presidente da ONG THYDEWAS Sebastian Gerlic e autoridades da Embaixada do Canadá no Brasil e  representantes do Ministério da Cultura visitou o Parque do Xingú em uma oportunidade única para qualquer índio que mora no nordeste, pois ao revoar o Parque você já se sente contemplado pela natureza.</p>
<p><a href="http://www.thydewa.org/portfolio/indios-na-visao-dos-indios/">http://www.thydewa.org/portfolio/indios-na-visao-dos-indios/</a></p>
<p>Site para pesquisa e downloads grátis.</p>
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		<title>CONVITE TUPINAMBÁ SERRA DO PADEIRO</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 13:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ararawã</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; CONVITE  A Diocese de Itabuna realiza no dia 03 de junho de 2012, na Aldeia Serra do Padeiro, Paróquia Senhora Santana/ Buerarema, a sua 7ª Romaria da Terra e das Águas sem Males, que este ano terá como tema: “Terra e Água sem Males, fontes de saúde, estão sendo agredidas” . Será um momento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div><a href="http://www.indiosonline.net/13579/cartaz-7a-romaria-para-enviar/" rel="attachment wp-att-13580"><img class="aligncenter size-full wp-image-13580" title="Cartaz 7ª Romaria - para enviar" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120517_cartaz_7___romaria_para_enviar.jpg" alt="" width="768" height="940" /></a></div>
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<div><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="color: #000099;"><span style="font-family: 'Times New Roman';">CONVITE</span><span style="font-family: 'Times New Roman';"> </span></span></strong></span></div>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">A Diocese de Itabuna realiza no dia 03 de junho de 2012, na Aldeia Serra do Padeiro, Paróquia Senhora Santana/ Buerarema, a sua 7ª Romaria da Terra e das Águas sem Males, que este ano terá como tema: “Terra e Água sem Males, fontes de saúde, estão sendo agredidas” . Será um momento muito forte de reflexão sobre fontes de saúde tão importante para a humanidade e que vem sendo constantemente degradadas. Momento também de Fé e devoção e muita alegria.</span></p>
<div><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">VOCÊ É NOSSO CONVIDADO ESPECIAL PARA ESTE MOMENTO.</span></span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Contatos:</span></span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Cimi/CPT = <a href="tel:%2873%29%203212-1171" target="_blank">(73) 3212-1171</a></span></span></strong></div>
<div></div>
<div>fonte: CIMI- HAROLDO HELENO</div>
<div></div>
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<div></div>
<div><span style="color: #000099; font-family: 'Times New Roman'; font-size: large;"><strong><br />
</strong></span></div>
<div></div>
<div><span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"><br />
</span></div>
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		<title>Aldeia Tupã: a vida que renasce das raízes de nossa terra</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:06:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilmaalmendra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[“Os fazendeiros tomaram a terra da gente. Meu pai morava aqui. Depois saiu porque eles chegaram e tomaram de conta. Agente teve que sair. Agora voltamos de novo com a turma. Estamos aqui e não vamos a sair”. Narra Maria da Gloria, quem agora vive muito contente em a Aldeia Tupã junto ao senhor Rosalvo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.indiosonline.net/aldeia-tupa-a-vida-que-renasce-das-raizes-de-nossa-terra/img_3029-4/" rel="attachment wp-att-13555"><img class="alignleft size-medium wp-image-13555" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120515_img_3029-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>“<em>Os fazendeiros tomaram a terra da gente. Meu pai morava aqui. Depois saiu porque eles chegaram e tomaram de conta. Agente teve que sair. Agora voltamos de novo com a turma. Estamos aqui e não vamos a sair</em>”. Narra Maria da Gloria, quem agora vive muito contente em a Aldeia Tupã junto ao senhor Rosalvo. Toda sua família, igual a maioria de indígenas na América Latina, foi despejada de suas terras e explorada em nome da “civilização”. Os casados além trabalharam 20 anos em uma fazenda e quando o “dono” morreu, os tiraram sem nenhuma indenização. Ficaram sem onde viver. Por isso, eles junto a outras famílias retomaram suas terras.</p>
<p><a href="http://www.indiosonline.net/aldeia-tupa-a-vida-que-renasce-das-raizes-de-nossa-terra/img_3038/" rel="attachment wp-att-13556"><img class="alignright size-medium wp-image-13556" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120515_img_3038-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Esta acolhedora morada quatro anos atras, tão só tihna “<em>muita porcaria, sujeira, morcegos, coco. Era um buraco de todos os bichos</em>”, lembra Maria da Gloria. A casa estava em ruinas, totalmente coberta de mato e era impossível que alguem pudesse se quer entrar. Assim foi que a encontraram o 18 de outubro de 2008, quando Maria da Gloria e Rosalvo Araujo junto a varias famílias indígenas Tupinambá de Olivença, retomaram essa terra. Hoje María e Rosalvo moram dignamente junto a alguns de seus 12 filhos e 22 netos. Eles e os outros moradores, chamaram esse lugar: Aldeia Tupã, onde hoje vivem 8 famílias.</p>
<p>Tupã, Deus dos indígenas Tupinambá de Olivença, e uma inspiração para a retomada, para o trabalho coletivo e para o fortalecimento de sua cultura. Em nome de Tupã começaram a dar vida as raízes dessa terra ancestralmente indígena. A Aldeia Tupã fica dentro do território indígena Tupinambá, finalmente delimitado no relatório publicado em abril de 2009, em um ato já tardio de justiça. A demarcação definitiva desse território ainda hoje, com 3 anos de atraso, está pendente de ratificação pelo Ministério da Justiça.</p>
<p><a href="http://www.indiosonline.net/aldeia-tupa-a-vida-que-renasce-das-raizes-de-nossa-terra/img_3042/" rel="attachment wp-att-13557"><img class="alignleft size-medium wp-image-13557" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120515_img_3042-300x132.jpg" alt="" width="300" height="132" /></a>Os Tupinambá sempre fazem mutirão para as construções de suas casas. “<em>Agente faz a armação de madeira e depois convida os vizinhos para colocar o barro e terminar a casa juntos</em>”, fala com orgulho Maria de Araujo. Como agradecimento pelo trabalho coletivo, a família dona da casa cozinha e compartilha uma deliciosa feijoada com todas e todos os participantes.</p>
<p><a href="http://www.indiosonline.net/aldeia-tupa-a-vida-que-renasce-das-raizes-de-nossa-terra/img_3034/" rel="attachment wp-att-13558"><img class="alignright size-medium wp-image-13558" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120515_img_3034-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Em Tupã agora tem muitos cultivos. Há plantios de batata, feijao, abobora, mandioca e andú. Abacaxi, banana, mamao, cana e jaca. Também têm algumas plantas medicinais que usam para fazer chas muito gostosos. Os plantios servem para sua alimentação e algumas vezes para vender. Embora vender não é nem fácil nem rentavel, porque quem planta e colhe os produtos é quem recebe menos dinheiro. Quer dizer, que quem maís ganha dinheiro é o intermediario; a pessoa que compra ao produtor. Por exemplo: o senhor Rosalvo vende um côco seco  a 30 centavos e o intermediario vende a um real, e si for raladao a 2 reaies por cada um. Então, é dificil ter sustento desas vendas, se não tem os meios de transformação e distribuição.</p>
<p><a href="http://www.indiosonline.net/aldeia-tupa-a-vida-que-renasce-das-raizes-de-nossa-terra/img_3055/" rel="attachment wp-att-13560"><img class="alignright  wp-image-13560" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120515_img_3055-300x225.jpg" alt="" width="239" height="179" /></a><a href="http://www.indiosonline.net/aldeia-tupa-a-vida-que-renasce-das-raizes-de-nossa-terra/img_3056-2/" rel="attachment wp-att-13561"><img class="alignleft  wp-image-13561" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120515_img_3056-300x213.jpg" alt="" width="250" height="178" /></a></p>
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<p>José Oliveira e Alessandra são também moradores da Aldeia Tupã. Eles moram com 10 de seus 12 filhos com os que lutam diariamente pelo sustento. Todos estudam na Escola Indígena: uns vão pela manhã e outros pela noite. Organizando o tempo, podem ajudar com a pesca, a roça e as tarefas da casa. Peixe e caranguejo são a base da alimentação desta família. Também tiram piaçava para vender ocasionalmente. “<em>Tiramos muito pouco das árvores nativas, porque agente não pode desmatar. Temos que proteger nossa aldeia</em>”, explica Alessandra.</p>
<p><a href="http://www.indiosonline.net/aldeia-tupa-a-vida-que-renasce-das-raizes-de-nossa-terra/img_3020/" rel="attachment wp-att-13562"><img class="alignleft size-medium wp-image-13562" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120515_img_3020-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Os moradores da Aldeia Tupã, ainda conservam as árvores nativas nos coqueros que encontraram no momento da retomada. O senhor Rosalvo com mais de 70 anos, ainda tem muita força para trabalhar na terra e subir como um menino aos coqueros, mas também, para lutar e defender seus dereitos como indígena Tupinambá de Olivença. “<em>Agente não somos preguisosos, somos gente de trabalho e de futuro. Precisamos da terra para nossa educacão, nossa saúde e nossa cultura</em>”, são as palavras do senhor Rosalvo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por Vilma Almendra e Manuel Rozental para Povos em Caminho</strong></p>
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		<title>CARTA ABERTA DA COMUNIDADE TUPINAMBA &#8211; ALDEIA TUPÃ</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 20:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aldeia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[CARTA ABERTA DA COMUNIDADE TUPINAMBA ALDEIA TUPÃ (DEUS) &#160; À opinião Publica Aos Juízes Holliday e Karine Costa Carlos Rhem da Silva TRF Policia Federal, Delegada Denise Dias de Oliveira Cavalcanti Autoridades do Governo Federal em Brasília Comissão de Direitos Humanos autora do relatório ESPECIAL Tupinambá 2011 Outros Aldeia Indígena Tupã, 10 de Maio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p align="center"><strong><span style="text-decoration: underline">CARTA ABERTA DA COMUNIDADE TUPINAMBA ALDEIA TUPÃ (DEUS)</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>À opinião Publica</p>
<p>Aos Juízes Holliday e Karine Costa Carlos Rhem da Silva</p>
<p>TRF</p>
<p>Policia Federal, Delegada Denise Dias de Oliveira Cavalcanti</p>
<p>Autoridades do Governo Federal em Brasília</p>
<p>Comissão de Direitos Humanos autora do relatório ESPECIAL Tupinambá 2011</p>
<p>Outros</p>
<p align="right">Aldeia Indígena Tupã, 10 de Maio de 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nós comunidade Tupinambá de Olivença, reunidos aqui na nossa aldeia TUPÃ, diante da ameaça da retirada de nosso povo de nosso território tradicional viemos a público a manifestar nossa indignação e exigimos justiça e igualdade para que a nossa situação seja tratada como foi com os nossos parentes da Aldeia TUCUM e que a Reintegração de posse seja CANCELADA.</p>
<p>Nós queremos viver em paz em nossa aldeia, continuarmos a subsistir dos frutos de nossa Mãe Terra, não queremos em hipótese nenhuma ser jogados para as favelas de Ilhéus e não temos intensão de conflitos com a polícia. Aqui na Tupã, lugar que retomamos a mais de 04 anos, que encontramos totalmente abandonado, com casas destruídas onde tinha como moradores: morcegos, mosquitos, ratos e baratas, onde o mato cobria o teto e onde foi preciso que um mutirão de indígenas limpasse a imundíce por mais de um dia, para nós hoje estarmos aqui vivendo do que plantamos.</p>
<p>Até a presente data só temos informações verbais, nós da TUPÃ não recebemos nem de JUIZ, nem de Órgão do Governo nenhuma notificação Oficial de Reintegração de Posse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nossas Exigências são as mesmas que a dos nossos parentes da Aldeia TUCUM:</strong></p>
<p>Considerando nossos direitos ancestrais, constitucionais e éticos:</p>
<p>1.      Exigimos que se suspenda imediatamente a liminar de reintegração de posse.</p>
<p>2.      Exigimos que sejam afastados e investigados pelas instâncias judiciais e governamentais apropriadas os Juízes Federais de Ilhéus, Dra. Karine Costa e Dr. Pedro Holliday por suas atuações indevidas conducentes a ditar sentença e ordem de Reintegração contra a comunidade Tucum e contra a nossa comunidade TUPÃ.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Temos fé que as autoridades competentes terão mais uma vez coração humano e resolvam assim como foi para com nossos irmãos da TUCUM: “SUSPENSÃO IMEDIATA DO COMANDO SENTENCIAL PROVERIDO NOS AUTOS DA REINTEGRAÇÂO DE POSSE”.</p>
<p>Sendo moradores de nossa terra, estando esta dentro do território DELIMITADO pelo Ministério da JUSTIÇA não cabe REINTEGRAÇÃO de POSSE que venha significar a DESINTEGRAÇÃO DE COMUNIDADE INDIGENA NENHUMA, para beneficiar 01 pessoa que em todos estes 04 anos nunca jamais esteve aqui.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>COMUNIDADE TUPINAMBA DA ALDEIA TUPÃ</p>
</div>
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		<item>
		<title>Edital para apoio a organizações indígenas</title>
		<link>http://www.indiosonline.net/edital-para-apoio-a-organizacoes-indigenas/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 16:48:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Potyra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; A organização indígena norte-americana First Peoples Worldwide está recebendo propostas para o seu edital de apoio à outras organizações indígenas no Ártico e nas Américas. &#160; O incoveniente é que as propostas tem que  ser enviadas, em inglês. &#160; As inscrições podem ser feitas até o final deste mês, dia dia 31 de maio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.indiosonline.net/edital-para-apoio-a-organizacoes-indigenas/titlebar10a-2/" rel="attachment wp-att-13525"><img class="alignleft  wp-image-13525" title="titleBar10a" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120511_titlebar10a.jpg" alt="" width="90" height="90" /></a>A organização indígena norte-americana First Peoples Worldwide está recebendo propostas para o seu edital de apoio à outras organizações indígenas no Ártico e nas Américas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O incoveniente é que as propostas tem que  ser enviadas, em inglês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As inscrições podem ser</p>
<p>feitas até o final deste mês, dia dia 31 de maio e o financiamento é de 5 mil a até 20 mil dólares (o que equivaleria hoje há R$ 9.788,00 até R$ 39.152,00)  para projetos com duração de 8 a 10 meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O objetivo da chamada é apoiar projetos indígenas que fortaleçam estruturas tradicionais e contemporâneas que se alinhem com valores comunitários, proporcionem sistemas políticos inclusivos e demonstrem princípios de boa governança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta é uma bela oportunidade para as nossas Organizações Indígenas de organizarem!!!</p>
<p>Mais informações podem ser encontradas no site <a href="http://www.firstpeoplesworldwide.org/grantsTCSG.asp" target="_blank">http://www.firstpeoplesworldwide.org/grantsTCSG.asp</a>.</p>
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		<title>Telecentro Comunitário chega  na Aldeia Aguá Vermelha</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 17:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ararawã</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Chega a inclusão digital na aldeia de Água Vermelha, terra dos Pataxó Hãhãhãe. Depois de quatro anos, o grupo indiosonline Pataxó Hãhãhãe, em parceria com AHIAV e THYDEWAS conseguir instalar através do Ministério da Comunicação/ GESAC, o Telecentro Comunitário. O com principal objetivo de incluir a comunidade indígena  nessa ferramenta tecnológica usando computadores com internet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="CENTER"><a href="http://www.indiosonline.net/telecentro-comunitario-chega-na-aldeia-agua-vermelha/dscf9018/" rel="attachment wp-att-13486"><img class="alignleft size-large wp-image-13486" title="ararawã phhh" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9018-540x405.jpg" alt="indio Pataxó Hãhãhãe" width="540" height="405" /></a></p>
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<p style="text-align: justify;" align="CENTER"><span style="font-size: medium; color: #0000ff;">Chega a inclusão digital na aldeia de Água Vermelha, terra dos Pataxó Hãhãhãe. Depois de quatro anos, o grupo indiosonline Pataxó Hãhãhãe, em parceria com AHIAV e THYDEWAS conseguir instalar através do Ministério da Comunicação/ GESAC, o <strong>Telecentro</strong> Comunitário. O com principal objetivo de incluir a comunidade indígena  nessa ferramenta tecnológica usando computadores com internet via satélite a beneficio coletivo. </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT"><span style="color: #0000ff;"><span style="font-size: small;">A muito tempo, que a nossa comunidade precisava de um espaço com ferramentas tecnológica, para motivar e incentivar crianças e jovens a se desenvolver para melhor ajudar o nosso povo. A ferramenta da internet é uma arma para defender a causa indígena, nela podemos desmistificar artigos negativos que as mídias tem falando ao nosso respeito , nela temos a liberdade de registrar a nossa verdade. Em nossa aldeia tem mais 300 crianças, adolescentes que precisam de algo saudável para ocupar a suas mentes, e vimos que a inclusão digital é um das alternativas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT"><span style="color: #0000ff;"><span style="font-size: small;">No dia 02 de maio, foi instalado o telecentro com 11 computadores com internet ao dispor da comunidade. Fomos bem tratado pelo o técnico Cezar Silva, que fez a instalação dos computadores. Hoje ( 06.05.2012) inauguramos o telecentro com participação de alguns membros da comunidade, anciões, jovens, mulheres, aonde foram escolhido 02 monitores, e um conselho administrativo para ajudar na organização do ponto. Devido a retomada não foi possível reunir o publico maior, mais conseguimos fazer a inauguração, mais a comunidade em peso, sabe desse presente que recebemos do governo federal. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT"><span style="font-size: medium; color: #0000ff;">Aproveitamos para agradecer o patrocínio de um Notbook doado por Wilson Felix Potiguara, sua adoção abriu portas para ser instalado o telecentro. </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="LEFT"><span style="font-size: medium; color: #0000ff;">Agradecemos também ao companheiro Sebastian Gerlic, (THYDEWAS), o Cacique AKANAWÁ, e principalmente a Rede Indiosonline, o Clube Indiosonline Pataxó Hãhãhãe.
<a href='http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9018.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-13484];player=img;' title='ararawã phhh'><img width="150" height="120" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9018-150x120.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="indio Pataxó Hãhãhãe" title="ararawã phhh" /></a>
<a href='http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9108.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-13484];player=img;' title='DSCF9108'><img width="150" height="120" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9108-150x120.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSCF9108" title="DSCF9108" /></a>
<a href='http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9101.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-13484];player=img;' title='DSCF9101'><img width="150" height="120" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9101-150x120.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSCF9101" title="DSCF9101" /></a>
<a href='http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9088.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-13484];player=img;' title='DSCF9088'><img width="150" height="120" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9088-150x120.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSCF9088" title="DSCF9088" /></a>
<a href='http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9083.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-13484];player=img;' title='DSCF9083'><img width="150" height="120" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9083-150x120.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSCF9083" title="DSCF9083" /></a>
<a href='http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9002.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-13484];player=img;' title='DSCF9002'><img width="150" height="120" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9002-150x120.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSCF9002" title="DSCF9002" /></a>
<a href='http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9012.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-13484];player=img;' title='DSCF9012'><img width="150" height="120" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120507_dscf9012-150x120.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DSCF9012" title="DSCF9012" /></a>
</p>
<p></span></p>
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		<title>Tucum: terra de dignidade e persistência</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 19:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilmaalmendra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ Cansados de sofrer fome, maltrato, desarraigo, abusos e o olvido do Estado, os Tupinambá retomaram suas terras. Terras que foram roubadas a través de políticas de Estado e de violência. Os indígenas não são os ladrões, são os moradores ancestrais de seu território. Por isso, em outubro de 2006, 22 Tupinambá retomaram e reconstruíram uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.indiosonline.net/tucum-terra-de-dignidade-y-persistencia/outra-3/" rel="attachment wp-att-13456"><img class="alignleft size-medium wp-image-13456" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_outra-300x177.jpg" alt="" width="300" height="177" /></a> Cansados de sofrer fome, maltrato, desarraigo, abusos e o olvido do Estado, os Tupinambá retomaram suas terras. Terras que foram roubadas a través de políticas de Estado e de violência. Os indígenas não são os ladrões, são os moradores ancestrais de seu território. Por isso, em outubro de 2006, 22 Tupinambá retomaram e reconstruíram uma parte da chamada fazenda &#8220;Bela Vista&#8221;. Terra abandonada por o fazendeiro que não produzia nada.  Com a retomada e o trabalho da comunidade, esta terra começa a recuperar sua historia. Legitimamente voltou a ser dos Tupinambá. Agora são 38 famílias, quase 180 pessoas que moram com dignidade e persistência nessa bela aldeia chamada Tucum.</p>
<p>Dignidade que mulheres, homens, crianças, jovens e adultos não só irradiam em seu olhar, em seus gestos, em suas vozes, também na forma como moram entre parentes e convivem com a terra. A coletividade, solidariedade, humildade são alguns dos princípios que os acompanham em sua luta e persistência cotidiana. Persistência no caminho de procurar um bom viver, com saúde, educação, alimentação, e todo mais. Além procuram fortalecer a participação comunitária, o trabalho compartilhado, a identidade indígena, a educação própria e a recuperação de muitos aspectos de sua cultura, que foi marcada por a discriminação, o preconceito, o racismo, e todas as outras agressões contra eles.</p>
<p><a href="http://www.indiosonline.net/tucum-terra-de-dignidade-y-persistencia/arbol/" rel="attachment wp-att-13457"><img class="alignleft size-medium wp-image-13457" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_arbol-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Dignidade e resistência porque estas pessoas além de suportar todo isso, tem que se defender das políticas de agressão do governo de Brasil, que se nega a demarcar essas terras para os indígenas, mesmo quando já ficam delimitadas legalmente. Um governo que nega as terras a quem as trabalha e mora com elas, para privilegiar a quem as apropria e explora para acumular. O governo defende os interesses dos fazendeiros e esquece os direitos dos povos. Por isso, uma vez mais pretendem desintegrar a comunidade destas 38 famílias, para “reintegrar” as terras o fazendeiro. Assim aconteceu em 2008, quando entraram policiais a lhes desalojar de Tucum, queimando suas  moradas e destruindo o que haviam conseguido com esforço.</p>
<p>Apesar de que em 2009 o Governo Federal publicara a Relatoria que delimita o território Tupinambá que inclui as terras de Tucum, e que deveriam – se haver demarcado já, hoje essa comunidade está ameaçada por uma nova sentencia e ordem de despojo, que as autoridades judiciais chamam, uma vez mais: reintegração. Dois juízes federais sentenciaram a reintegração para  o dia 3 de maio, a través de um processo inconstitucional, ilegal e arbitrário. Ante esta nova sentencia, a comunidade exige: “suspender imediatamente a liminar de reintegração de posse e que sejam afastados e investigados pelas instâncias judiciais e governamentais apropriadas os Juízes Federais de Ilhéus, Dra Karina Costa e Dr. Pedro Holliday por suas atuações nos processos contra a Comunidade Tupinambá de Olivença”.<br />
Esta exigência foi apresentada numa Carta Aberta o passado 29 de abril. Além fazem um chamado para que ninguém esqueça e em especial o Governo cumpra com o mandato do parágrafo  5 do artigo 231 da Constituição Federal de 1988 que ordena: “É vedada a remoção dos grupos indígenas de suas terras, salvo, ad referendum do  Congresso Nacional, em caso de catástrofe ou de epidemia que ponha em risco sua população, ou no interesse da soberania do País, após deliberação  do Congresso Nacional, garantido, em qualquer hipótese, o retorno imediato logo que cesse o risco”.<br />
<a href="http://www.indiosonline.net/tucum-terra-de-dignidade-y-persistencia/ninos-2/" rel="attachment wp-att-13458"><img class="alignleft size-medium wp-image-13458" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_ninos-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Estes são os rostos, as miradas, os gestos, de algumas pessoas que moram em Tucum. São  reflexos de alegria, de tristeza, de emoção, de esperança, de dignidade, dignidade e de ainda mais dignidade, e de todo o que contagiam desde a vida em sua aldeia. Eles são os “ladrões”, que deveriam – ser jogados nas cadeias ou eliminados, para que os fazendeiros fiquem tranquilos, para que possam continuar especulando com as terras e explorando a os indígenas. Será justo que um governo atue só para proteger os interesses econômicos de uma pessoa passando por cima dos direitos de uma comunidade? Vale mais o privilegio de uma pessoa que a vida de 38 famílias?</p>
<p>Em Tucum há 38 casas e uma escola, feitas por seus próprios moradores. Terra e madeira, são os principais elementos de construção que as fazem frescas e seguras. A vida com a terra que tanto sonham e que vão construindo diariamente inclui tarefas tão diversas como a defensa das nascentes de água até conseguir do Governo Federal a eletricidade.</p>
<p><a href="http://www.indiosonline.net/tucum-terra-de-dignidade-y-persistencia/casas/" rel="attachment wp-att-13459"><img class="alignright size-medium wp-image-13459" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_casas-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>As casas são um convite a mudar o modo de vida consumista, onde só tijolo, cimento, vidro e outros materiais são considerados indispensáveis para ter uma casa bonita. Lá é distinto, as estruturas físicas não só são belas porque todo é feito com as próprias mãos de seus moradores, também porque cuidam da natureza e precisam muitos poucos materiais comerciais para suas construções.</p>
<p><a href="http://www.indiosonline.net/tucum-terra-de-dignidade-y-persistencia/escola/" rel="attachment wp-att-13460"><img class="alignleft size-medium wp-image-13460" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_escola-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sua escola acolhe 32 crianças de 3 a 11 anos. Este espaço de educação é um núcleo da Escola Indígena Tupinambá de Olivença, reconocido pelo Governo Federal. Tem duas professoras dedicadas a formar indígenas com identidade e com conhecimentos de sua própria historia. O núcleo é um esforço grande da comunidade para trabalhar Ensino Fundamental com as crianças como o presente e futuro da aldeia.</p>
<p><a href="http://www.indiosonline.net/tucum-terra-de-dignidade-y-persistencia/culitvos/" rel="attachment wp-att-13461"><img class="alignright size-medium wp-image-13461" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_culitvos-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>O Fazendeiro recebe indenização quando é &#8220;removido&#8221; das terras das indígenas.  Os indígenas não foram  jamais indenizados nesses 500 anos de despejo. A história de Tucum é assim. Reconstruíram sozinhos suas casas depois da ultima &#8220;reintegração” em 2008. Não receberam nenhuma indenização. Trabalharam fortemente sem apoios, para voltar a ter suas moradas e seu sustento diário. Assim, agora, cultivam feijão, milho, mandioca, plantas medicinais e também bananas, mamão, goiaba, cana de açúcar e muito mais. Tudo isso, é um maravilhoso caminho para procurar a soberania alimentar.<br />
<a href="http://www.indiosonline.net/tucum-terra-de-dignidade-y-persistencia/pina/" rel="attachment wp-att-13462"><img class="alignleft size-medium wp-image-13462" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_pina-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Essa foi nossa primeira plantação de abacaxi. Eram só 18 pes, agora temos 20 mil pés para nosso consumo na aldeia e para vendermos&#8221;, conta o cacique Ramón, mostrando com orgulho os frutos do trabalho coletivo.  Tucum todo é um monumento ao esforço comunitário em harmonia com a natureza, obedecendo ao mandato ancestral de Tupã (pai espiritual Tupinambá).  É inconcebível que ainda hoje existam pessoas que chamen aos indígenas de preguiçosos.</p>
<p><a href="http://www.indiosonline.net/tucum-terra-de-dignidade-y-persistencia/img_2921/" rel="attachment wp-att-13463"><img class="alignright size-medium wp-image-13463" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_img_2921-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sementes, madeira, fibra de piaçava, pedras e outros elementos naturais, são utilizados para fazer colares, pulseiras, brincos, adornos e outros artesanatos para eles mesmos e também para vender.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.indiosonline.net/tucum-terra-de-dignidade-y-persistencia/yaca/" rel="attachment wp-att-13464"><img class="alignleft size-medium wp-image-13464" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_yaca-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>As reuniões comunitárias se fazem abaixo de um de muitos &#8220;paus de carne&#8221;, que eles cultivam. É a árvore de jaca. &#8220;Como passamos fome, aproveitamos o valor nutricional desta fruta como único alimento nos tempos difíceis. Por isso apelidamos nossa jaqueria como nosso  pau carne&#8221;, lembram as Tupinambá. Esse é o espaço de diálogo entre eles e com quem os visitantes para compartilhar tristezas, nostalgias, lembranças de vida e de luta, mas também vozes de resistência, fortaleza e esperança. A arvore também é protagonista dos sentimentos e pensamentos nele teçidos.<br />
<a href="http://www.indiosonline.net/tucum-terra-de-dignidade-y-persistencia/img_2966/" rel="attachment wp-att-13465"><img class="alignright size-medium wp-image-13465" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_img_2966-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p>&#8220;Não estamos para agredir, estamos aqui para viver com a terra&#8221;, reitera Maria de Lourdes de Jesús, a seus 73 anos. Com esse espírito os indígenas criam sua comunidade, protegem sua aldeia e trabalham para morar em seu território em harmonia com todos os seres da natureza. Os indígenas não se sentem donos da terra, se sentem parte dela.  A sentencia de &#8220;reintegração&#8221; vai se cumprir se o respaldo e a solidariedade dos outros povos não se faz sentir. “Temos coragem para lutar, mas somos poucos”, diz com dor a avo. Em um mundo que precisa de formas de vida coletivas, sustentáveis, que protejam a natureza e, ao mesmo tempo, desenvolvam atividades econômicas viáveis, os governos e a sociedades todas deveriam aprender a proteger aldeias como Tucum. Mas é o contrario o que acontece: com nossa cumplicidade ou negligencia destruímos o que mais precisamos para sobreviver.</p>
<p>Por Vilma Almendra y Manuel Rozental para Pueblos en Camino</p>
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		<title>PATAXÓ HÃHÃHÃE E REALIZAÇÕES</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 11:56:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ararawã</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Hoje a comunidade Pataxó Hãhãhãe, canta de alegria. Muita luta, muito sengue derramado veio ontem o resutado, os titulos falsos dos fazendeiro foram anulados.A 54,100hectare agora oficialmente é nossa. Essa vitória mais do que justa, é de todos que acreditaram e lutaram por essa causa. Parabens a todos que confiaram na justiça! Vitória [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

<a href='http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_somos_patrimonio_003.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-13429];player=img;' title='Somos patrimonio 003'><img width="128" height="84" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_somos_patrimonio_003.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Somos patrimonio 003" title="Somos patrimonio 003" /></a>
<a href='http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_tor___a_noite.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-13429];player=img;' title='Toré a noite'><img width="150" height="120" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_tor___a_noite-150x120.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Toré a noite" title="Toré a noite" /></a>
<a href='http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_img_1752.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-13429];player=img;' title='IMG_1752'><img width="150" height="120" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_img_1752-150x120.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_1752" title="IMG_1752" /></a>
<a href='http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_pakai_061.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-13429];player=img;' title='pakai 061'><img width="128" height="96" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_pakai_061.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="pakai 061" title="pakai 061" /></a>
<a href='http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_somos_patrimonio_003.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-13429];player=img;' title='Somos patrimonio 003'><img width="128" height="84" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_somos_patrimonio_003.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Somos patrimonio 003" title="Somos patrimonio 003" /></a>
<a href='http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_tor___a_noite.jpg' rel='shadowbox[sbalbum-13429];player=img;' title='Toré a noite'><img width="150" height="120" src="http://www.indiosonline.net/wp-content/uploads/2012/05/20120503_tor___a_noite-150x120.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Toré a noite" title="Toré a noite" /></a>

<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje a comunidade Pataxó Hãhãhãe, canta de alegria. Muita luta, muito sengue derramado veio ontem o resutado, os titulos falsos dos fazendeiro foram anulados.A 54,100hectare agora oficialmente é nossa.</p>
<p>Essa vitória mais do que justa, é de todos que acreditaram e lutaram por essa causa. Parabens a todos que confiaram na justiça!</p>
<p>Vitória para os indios do Brasil</p>
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		<title>STF anula títulos de posse dos invasores da Terra Indígena Caramuru Catarina Paguassu</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 21:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>potyra tê Tupinambá</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente foi julgada a Ação de Nulidades de Títulos de Terras doadas pelo Estado da Bahia aos seus aliados de forma favorável a nós indígenas!!! &#160; Depois de 30 anos de espera e várias mortes enfim os pataxó Hãhãhãe poderão viver tranquilos em seu Território!!! &#160; Para mais detalhes clique aqui! &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente foi julgada a Ação de Nulidades de Títulos de Terras doadas pelo Estado da Bahia aos seus aliados de forma favorável a nós indígenas!!!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois de 30 anos de espera e várias mortes enfim os pataxó Hãhãhãe poderão viver tranquilos em seu Território!!!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais detalhes <a href="http://www.cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&amp;conteudo_id=6233&amp;action=read">clique aqui!</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pistoleiros atacam sede do Pólo Base de Ilhéus (Bahia)</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 20:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>potyra tê Tupinambá</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabo de receber telefonema dizendo que pistoleiros atacaram o  Pólo base de Ilhéus. Foram disparados 08 tiros dentro do Pólo e graças a nosso pai Tupã ninguém foi atingido. &#160; Entraram na sede dizendo &#8220;vcs que cuidam dos índios?&#8221; e começaram a atirar! Acreditamos que esta ação deva ser porque neste exato momento (17 hs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de receber telefonema dizendo que pistoleiros atacaram o  Pólo base de Ilhéus. Foram disparados 08 tiros dentro do Pólo e graças a nosso pai Tupã ninguém foi atingido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entraram na sede dizendo &#8220;<em>vcs que cuidam dos índios?&#8221; </em>e começaram a atirar!</p>
<p>Acreditamos que esta ação deva ser porque neste exato momento (17 hs do dia 02/04/2012)  está sendo votado a  ACO 312 que julga a nulidades de Títulos de terras na Terra Indígena Caramuru Catarina Paraguassú.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aqui no Sul da Bahia a situação está muito difícil!!! Estamos todos aterrorizados mas conscientes de que temos os nossos direitos ancestrais e não vamos desistir de lutar por ele!!</p>
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