Criação da vila de Porto Real do Colégio em 1876.
migração de muitas familias da tribo de Porto real do Colégio para o litoral por causa da fome e da seca 1877.
Criação da colônia São Francisco, na aldeamento de Colégio 1878, para atender as flagelados da seca.
delimitação do território da vila de porto Real do Colégio em 17/06/1880.
O índio fulni-ô Manoel Caetano de Pernambuco chega a aldeia de Colégio em1881, casa com maria Tomaz e teve um filho Manoel Filintro.
Expulsão dos Xocós de Porto da Folha Sergipe imigra da ilha de São Pedro para Aldeia de Porto Real do Colégio 1882.
O índio de Palmeira Gabriel Gonçalves de Oliveira torna-se lider da aldeia de Colégio 1886.
Afarramento das terras da aldeia de São Pedro da Folha-Sergipe em 1887.
Fernando da Silva Tavares comprou quatro áreas de terras na aldeia de São Pedro 1888, o índio chefe Inocêncio Pires vai ao Rio de Janeiro.
João Fernandes de Brito assenhora como foreiro da metade das terras Xocós de São Pedro em 7 de março de 1897.
Expulsa da ilha de São Pedro, Inocêncio Pires, a ultima familia Xocó em 1899.
Araújo Jorge destaca em Porto Real do Colégio grupos Aconans, Cariri e Carapotis em 1901.
Criação do ministério da Agricultura, indústria e comércio;”catequese e civilização” dos índios, 1906.
Criação do serviço de proteção aos índios o S.P.I, em 1910.
Epidemia de Cólera na aldeia de Colégio, mata muitos índios 1911. O Engenheiro Roberto Pereira Reis da Secretaria, Indústria Comércio e Obras Públicas, visita Colégio para levantar os limites da antiga aldeia para criação do Centro Agrícola em 1914. Viagem de Inocêncio para a Bahia, reclamar ao Governador contra o esbulho de terras pela Família dos Brito 1917.Criação do Serviço do Algodão, para orientar agricultores da região, para pagar, tomar posse das terras 21//04/1923. Criação do Centro Agrícola em 6.000 hectares de terras cultiváveis em Colégio e São Brás em 22/10/1924.
Francisco Queiroz Suira torna-se o chefe tribal dos Karíri de colégio 1928.
Índios Xocós de Colégio faz uma tentativa de ocupar a Ilha de São Pedro, mas são expulsos de Caiçara 1930.
Publicadas as ultimas leis regulamentares das terras indígenas para os posseiros no território de Porto Real do Colégio 1931.NOTAS:MATA,1989;ANTUNES,1984;CUNHA,1998. NHENETY Kariri-Xocó.

Comentários via Facebook
COMPARTILHAR

1 COMENTÁRIO

  1. Anos antes desse período narrado por Nhenety, em 1850, foi promulgada a Lei 601, a chamada “Lei das Terras”.

    Nesse período o Brasil já havia declarado a sua independencia do Reino de Portugua, sendo esta a primeira legislaçãos específica sobre a destinação de terras públicas e privadas. Para os índios foi reservada para o seu sustento uma parcelas de terras por eles ocupadas sem contestação, tidas como devolutas; ou seja, sem utilização ou destinação econômica, que passaram a ser consideradas terras públicas. Entretanto precisavam de posterior registro para que pudessem ser destacadas do domínio particular ou das provícias.

    Apesar da legitimidade conferida nas leis das terras, os índios continuaram sendo lesados em seus direitos primários e originários sobre as terras que tradicionan e permanentemente ocupavam.

    A própria Lei nº 601, de 1850, ao considerar devolutas as terras de antigas aldeias despovoadas pelos índios, permitiu que muitos presidentes de províncias (governadores) informassem à Repartição Geral das Terras do Império do Brasil que não mais existiam índios em suas províncias, ou que certos aldeiamentos eram ocupados por índios fictícios civilizados, com o objetivo de garantir o pleno domínio dessas áreas que pudessem revendê-las posteriormente a particulares.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here