A Educação Escolar Indígena, altualmente vem passando por uma série de dificuldades e problemas,devido o governo do Estado não ter ou não apresentar Políticas públicas para o desenvolvimento da Educação Escolar Indígena em Alagoas.Desde do início do ano de 2007, que os povos indígenas de Alagoas estão articulando-se para cobrar do governo uma educação com o rosto das sociedades indígenas do estado.Os problemas são desde a falta de prédios escolares,professores,material didático,material didático tecnologico como data show,computadores,máquina copiadora,aparalho de DVD,vídio,aparelho de som, etc.,como também, a formação de professos,concurso público específico para as escolas indígenas,formação continuada,respeitar calendário entre muitas outras especifidades de cada comunidade.

Bublicado por Gecinaldo Xucuru Kariri-professor da Escola Indígena Pajé Miguel Selestino da Silva-Aldeia Fazenda Canto-E-mail:gecinaldo@yahoo.com.br

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7 COMENTÁRIOS

  1. Professor, não sofres sozinho.É muita gente passando por esta situação, mas de uma coisa tenha certeza, não pare de lutar pelos ideais de sua comunidade.Temos alguns exemplos de sucesso, obtido com muito esforço e perseverança.Sou uma não-índia de coração Pataxó, morei na aldeia Barra Velha e hoje estou responsável pelo setor de educ.escolar indígena do mun. de Porto Seguro.NUNCA!nunca! Nada foi, nem tampouco é, fácil, mas vcs são GUERREIROS e guerreiros não desistem jamais!Um forte abraço.Qualquer coisa…conte conosco.

  2. Eu sugiro aos professores indígenas irem se preparando para estar presentes na Conferencia Nacional de Educação Indígena, não só para fazer as denuncias, mas para saber quais os caminhos burocráticos para se conseguir que o Governo atenda e cumpra com suas obrigações. Voc~es sabiam que a direção de uma escola indígena pode recorrer ao Conselho Municipal e Estadual de educação e pedir orientações? Por mmuito tempo a educação indígena ficou invisível, como também foi assim com a educação do campo. As sobras das escolas do meio urbano, eram mandadas para as escolas da zona rural, fosse material, livros, armários etc. Isso está mudando aos poucos, precisamos é saber quais os caminhos para que a merenda escolar chegue à escolas, o material didático seja construido pelos professores indígenas, a escola esteja dentro do sistema de ensino do estado, para ter direito aos benefícios legais.Quanto aos equipamentos eletrônicos, é bom pesquisar no site do mec, vcs estão na internet, como se faz pra ter esses equipamentos, que tal começarmos uma caminhada virtual pela SECAD, pela TV ESCOLA…Vamos visitar o site do MEC?

  3. Lendo os comentários dos colegas vejo que todos ten razão nas suas colacações, pois é possível vencer essa batalha e umas das grandes virtudes de ser indígena é a capacidade de não desistir de lutar e creditar na vitória.
    Eu sou sou descendete de Xocó, ou mesmo kariri-xocó, sou nascido e vivido em cidade grande(RJ) mas minha identidade e coração e indígena e não abro mão disso. Sou estagiário do Serviço Social no CRAS-indígena de Caarapó, no Ms e trabalhando em parceria com a rede da comunidade, no caso o FUNASA, as Liderenças, a Escola indígena, etc. vimos que nos dias de hoje a melhor maneira de lutarmos e conseguirmos os nossos objetivos a nível de benefício comunitário é trabalhando em parceria, pois precisamos uns dos outros.
    Em Caarapó a educação esta bem avançada e organizada e tem tido um papel fundametal na organização e desenvolvimeto da autonomia, através de fórum de debates anuais, parceria com o município, com ongs, com Universidade Federal de Dourados e outros. A Escola indígena, no passado era uma escola sem rosto e sem identidade e hoje depois de dez anos de luta e organização, ela tem um papel importantissimo na construção da sustentabilidade do povo Guarani/kaiowá na região de Caarapó. O que eu sugiro para os patricios é tentar fazer internâmbios com outras comuidades indígenas que já erstejam mais na frente no sentido de estrutura educacional indígena, para que através desse contato, possa haver interação e troca de experiências a nives de educação. Idependente de qual seja a etnia, o mais importante é sairmos do exclusivismo e partirmos para a luta unidos, pois a vitória de uma etnia é de todas, pois todos sofremos historicamente e ja chegou a nossa vez de mostrarmos para a sociedade que os indígenas são um só povo, quando se fala de luta e direitos e que, o coletivismos pode pode ir além-etnia e servir como modelo de organização para o resto do pais.

  4. Pertenço a esta aldeia, tenho muitas saudades, principalmente da escola onde estudei (antiga Escola Presidente Oscar Jerônimo Bendeira de Mello, atual Pajé Miguel Celestino da Silva).
    Fico triste em saber que a educação não está sendo levada a sério nas aldeias indigenas brasileiras, aliás não é só nas aldeias; o descaso do governo é geral, mas no caso dos índios parece que é pior. Gostaria muito de poder ajudar em alguma coisa. Estou estudando para me formar, e se um dia for possível farei de tudo para ensinar na minha aldeia. Sei que não é tão simples assim, mas com a ajuda de Deus tudo é possível.

    Gostaria de ser correspondido.
    Quem quiser corresponder envie para o E-mail severino.silva@fasano.com.br

  5. Desde pequena que eu observava a maneira de viver e sobreviver do meu povo kariri xoco no estado de alagoas, via seu sofrimento, diante disso acreditava que só através da educação poderia ajudar na luta do meu povo. porém eu acreditava tanto que fui para a cidade estudar e trabalhar para um dia voltar para a aldeia e compartilhar toda minha experiência. mas não foi o que aconteceu além do governo não oferecer condições a nossa educação na escola, estamos sofrendo muito diante de questões internas e políticas. estamos sofrendo abuso de poder por parte da atual diretora que é uma branca casada com o filho do cacique, isso a longo praso estar prejudicando nossa maneira de educar as crianças através das nossas praticas ritualisticas religiosas e culturais. isso não quer dizer que uma branca não pode exercer tal função na nossa comunidade o problema e que perante as leis da resolução cne n° 03 e do decreto n°6.861, de 27 de maio de 2009 organiza nossa educação de tal forma que nos dar autonomia a fazer nossa propria educação. mas ela a diretora com sua arrogancia de poder segundo ela so por que e servidora da funai acha no poder de fazer o que quer com a nossa escola e dizer que so a funai e que pode tirar ela da escola.

  6. Desde pequena que eu observava a maneira de viver e sobreviver do meu povo kariri xoco no estado de alagoas, via seu sofrimento, diante disso acreditava que só através da educação poderia ajudar na luta do meu povo. porém eu acreditava tanto que fui para a cidade estudar e trabalhar para um dia voltar para a aldeia e compartilhar toda minha experiência. mas não foi o que aconteceu além do governo não oferecer condições a nossa educação na escola, estamos sofrendo muito diante de questões internas e políticas. estamos sofrendo abuso de poder por parte da atual diretora que é uma branca casada com o filho do cacique, isso a longo praso estar prejudicando nossa maneira de educar as crianças através das nossas praticas ritualisticas religiosas e culturais. isso não quer dizer que uma branca não pode exercer tal função na nossa comunidade o problema e que perante as leis da resolução cne n° 03 e do decreto n°6.861, de 27 de maio de 2009 organiza nossa educação de tal forma que nos dar autonomia a fazer nossa propria educação. mas ela a diretora com sua arrogancia de poder segundo ela so por que e servidora da funai acha no poder de fazer o que quer com a nossa escola e dizer que so a funai e que pode tirar ela da escola.

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