Vemos que todas as etnias do nordeste sofrem com essa sombra da desigualdade por não falarem sua lingua materna. Porem algumas aldeias lutam na recuperação de sua lingua materna, mais não obtem sucesso juntos aos orgãos competentes. Por isso o indios do Nodeste sofrem descrinações em locais publicos, por não falarem sua lingua, e ate mesmo de seus proprios irmãos de raça.
Precisamos correr contra o tempo para reavemos tudo isso que ficou esquecido com o passar dos anos, presizamos revitalizar nossa cultura, fortalela mais com a recuperação de dialeto ou seja nossa lingua materna. espero que todos vocês, parentes indigenas reflitam e busquem a revitalização cultural da lingua de cada povo, por que ser indio, é ser guerreiro, é ter cultura, viver em armonia com a natureza, falar sua lingua materna e seu proprio dialeto.

Noberto (Cõanpank)
E-mail: coan@indiosonline.org.br

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8 COMENTÁRIOS

  1. COAN: Entendo teu sentimento e tua ideia… mas para reverter isso….existem outros caminhos alem daquele de buscar RECRIAR a LINGUA… pode se fortalcer na sua IDENTIDADE a partir do movimento de conscientizaçao, aceitaçaoe valorizacao de uqem voce é, de quem voces sao….esquecendo como eram ou como poderiam ser…ou ate indio mais longe esquecendo aquilo que os outros cobram de voces.
    ATIA, MARIA e outros são exemplos, eles nao se sintem menos indios que ninguem pelo fato de nao falar a lingua! Veja os mais velhos… eles nao tem isso… Permitasse olhar esse assunto de outros pontos de vista. NORDESTE tem que parar de se comparar com AMAZONIA… Cada um tem que aceitar, se mar como é e nao por isso deixar de buscar ser sempre melhor!

  2. Noberto

    A linguagem indegena a gente perde com o tempo pois é difícil conservar como as gerações vai mudando a forma dialeto vai ficando mais difícil, mais a tradições,uso e costumes,podemos conservar, só depende de nós

    OK!

  3. Todo sentimento de perda é doloroso e a perda de uma língua materna é algo imensurável, mas não é o fim de uma história, e quem sabe, pode ser um novo recomeço para um povo. Sabemos que a língua materna é o arqquivo maior de toda e qualquer cultura, seja tribal ou não, mas não podemos esquecer de toda história de violação e massacre que nós indígenas passamos, cada um no seu contexto, região, época e dimesão, mas todos foram de certa forma atingidos pela invasão do Brasil.
    As culturas por não serem estáticas e estarem sempre em processo de cosntrução no decorrer da vida, sempre algo novo vai entrando e algo antigo perdendo força e importância através dos anos e novas interesões histórica.
    O grande problema é quando o processo natural de transformação cultural é acelerado gerando desculturação através de toda ação bruta e desumana que os povos do Nordeste passaram ao longo da história.
    Hoje, sem suas línguas maternas os povos indígeas do Nordeste infelizmente vem passando por experiências de descriminação, ou mesmo diminuição dos seus direitos de indígena.
    Definidos como grupos integrados pelo antropólogo Darcy Ribeiro, pelo fato de perderem traços raciais, língua materna e grande parte das praticas culturais e dependerem totalmente de ajuda de fora, os indígenas nordestinos não podem se sentir menor ou menos importantes do que nenhum povo indígena do Brasil e nem dos povos da Amazônia em especial. O que faz o idígena ser indígena verdadeiro não o reconhecimento de fora, seja de patricios, governo federal ou mesmo ongs internacional, mas o que faz o indígena ser indígena verdadeiro é o fato de ele mesmo se ver e se aceitar como indígena. A identidade é algo que nascemos conosco e ninguem pode nos tirar isso.
    Com lingua ou sem língua materna, com terras ou sem terras, com traços raciais ou sem traços raciais o indígena do Nordeste sempre sera indígena e temos que levantar a nossa cabeça e redesenhar e recosntruir a nossa história com base no nosso presente e nas nossas lutas na atualidade, lutando pela nossa terra, direitos,respeitos e autmomia, pois os povos integrados pela cultura do coletivismo e pela força ancestral pedem e devem lutar resgatando o que for possível do passado e cosntruindo o futuro de cabaça erguida,fazendo a sua voz indígena ser ouvida pelos quatro cantps da terra.

  4. Todo sentimento de perda é doloroso e a perda de uma língua materna é algo imensurável, mas não é o fim de uma história, e quem sabe, pode ser um novo recomeço para um povo. Sabemos que a língua materna é o arqquivo maior de toda e qualquer cultura, seja tribal ou não, mas não podemos esquecer de toda história de violação e massacre que nós indígenas passamos, cada um no seu contexto, região, época e dimesão, mas todos foram de certa forma atingidos pela invasão do Brasil.
    As culturas por não serem estáticas e estarem sempre em processo de cosntrução no decorrer da vida, sempre algo novo vai entrando e algo antigo perdendo força e importância através dos anos e novas interesões histórica.
    O grande problema é quando o processo natural de transformação cultural é acelerado gerando desculturação através de toda ação bruta e desumana que os povos do Nordeste passaram ao longo da história.
    Hoje, sem suas línguas maternas os povos indígeas do Nordeste infelizmente vem passando por experiências de descriminação, ou mesmo diminuição dos seus direitos de indígena.
    Definidos como grupos integrados pelo antropólogo Darcy Ribeiro, pelo fato de perderem traços raciais, língua materna e grande parte das praticas culturais e dependerem totalmente de ajuda de fora, os indígenas nordestinos não podem se sentir menor ou menos importantes do que nenhum povo indígena do Brasil e nem dos povos da Amazônia em especial. O que faz o idígena ser indígena verdadeiro não o reconhecimento de fora, seja de patricios, governo federal ou mesmo ongs internacional, mas o que faz o indígena ser indígena verdadeiro é o fato de ele mesmo se ver e se aceitar como indígena. A identidade é algo que nascemos conosco e ninguem pode nos tirar isso.
    Com lingua ou sem língua materna, com terras ou sem terras, com traços raciais ou sem traços raciais o indígena do Nordeste sempre sera indígena e temos que levantar a nossa cabeça e redesenhar e recosntruir a nossa história com base no nosso presente e nas nossas lutas na atualidade, lutando pela nossa terra, direitos,respeitos e autmomia, pois os povos integrados pela cultura do coletivismo e pela força ancestral pedem e devem lutar resgatando o que for possível do passado e cosntruindo o futuro de cabaça erguida,fazendo a sua voz indígena ser ouvida pelos quatro cantps da terra.

  5. Tenho uma mensagem para todos os irmãos de todas as nações indigenas, cada homem, de qualquer étnia deve agir
    sempre com o mérito da inteligência divina que nos foi dada pelo Grande Espirito criador de todas as grandezas da
    natureza que nos dá a vida no melhor do seu essencial: a
    consciência cósmica de que não devemos ficar a lamentar
    o passado que já passou.Em nossa saga de guerreiros temos
    que agir em defesa da nossa sobrevivência com melhor qualidade de vida para todos os nossos irmãos e parentes
    sendo que os mais abastecido de conhecimentos têm o dever
    sagrado de passar o melhor para os que ainda não se adapta
    ram ao mundo de hoje, sem esquecer jamais as nossas origenscomo os verdadeiros donos da terra brasilis que foi
    usurpada pelos ladrões invasores de outras terras além dos
    oceanos.Sou Pajé de todos que me procuram na busca de cura
    dos seus males físicos através da divina complexidade dos
    principios ativos de plantas medicinais e outros elementos
    fundamentais da natureza.Assim, tenho o maior prazer em
    atender a todos e diante das comunidades que frequento sin
    to que posso ser o contraponnto na melhora de nossa imagem
    como Sêres inteligentes,racionais que respeitam as leis na
    turais e que não são predadores, ao contrário do invasor
    que tem o instinto do roubo do alheio.Digo com orgulho para os civilizados que nós, indios não cultivamos as deformações morais dos que roubam, se prostituem e têm pra
    ticas sexuais anormais e irracionais. No tocante aos nosso
    idioma original devemos nos esforçar para transmitir as be
    las palavras originais do Tupy, a mãe de todos os nossos
    dialétos.Estou elaborando dicionário do antigo TUPY e colo
    co-me ao dispor de todos que tenham interesse em conhecer
    melhor nossas raizes e costumes Namandu Ru Papa Gua Tenonde seja sempre o nosso Rumo.

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