Declaração Solene dos Povos Indígenas, escrita em 1975 na cidade de Porto Albertini:

Quando a terra-mãe era nosso alimento

Quando a noite escura formava o nosso teto,

Quando o céu e a lua eram nossos pais,

Quando todos éramos irmãos e irmãs,

Quando nossos caciques e anciãos eram grande líderes,

Quando a justiça dirigia a lei e sua execução,

Aí outras civilizações chegaram!

Com fome de sangue, de ouro, de terra e de todas as riquezas,

Trazendo numa mão a cruz e na outra a espada, sem conhecer

Ou querer aprender os costumes de nossos povos, nos classificaram abaixo dos animais, roubaram nossas terras e nos levaram para longe delas;

Transformando em escravos os filhos do sol.

Entretanto não puderam nos eliminar e nem fazer esquecer o que somos…

E mesmo que nosso universo inteiro seja destruído

Nós sobreviveremos por mais tempo que o império da morte!

Comentários via Facebook
COMPARTILHAR

3 COMENTÁRIOS

  1. Eu como todos os outros brasileiros, descendemos de ameríndios, negros e brancos. Somos um de seus ramos tribais. Como frei beto escreveu “todo brasileiro, mesmo o louro traz na alma quando não na alma e no corpo o traço ou pelo menos a pinta do indigena e do negro”…E gostaria muito de conhecer mais sobre a cultura, e língua que nos identifica mais claramente do que a língua portuguesa.

  2. fsgfgsfggg fgfsfdsfdf fsdfsdfsdf sdfsdfdfsfd dsffsfsff sdfdssddfsf sdfdsfsdf sdffsffsdf fsdffsdfsdf fdsfdsfsd dfsdfdsfsff fdsfdfsfd sfdsfdfff sfdfsfsdfsffds dfsdfdfsfdfsffdfjsfgdfgjfdhg jsdhgfhfghdsgjfgdsjhfjgfjg hgshdfgsfgjds jhgsfdgjdgsgfjsgdhfshgj gjfgjdsfgjgdsfhg jghdgsjfhdsfgjsg jhgjhgjghg jghgghjgsjfg jgjhgjsfhg jgdfjhsd jgsdfhdgfjs fgjhfgsjghdgfghjs gjghsdjgsdfhslfg j sjffghsgsjghsjgdshfsgdj jhgsdfjgfdhsgsjfgsdj gjhsgdfhjfgsdjhfgd ghjfg jhgdsjgfhsdfjshgfdsjsfgshdjfgshgffjshfgshgfjsgsgjsdfhdgfgsjgfjsgjsdgj

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here