Logo após a colheita da safra do feijão, os índios aguardam o período Sol forte do verão, para iniciar outra atividade agrícola. O milho fica na roça secando no pé quebrado, para não mofar nas chuvas que passaram em junho, agora é hora de transportar o milho para casa. Amontoado na sala apertada, o chefe da casa, chama mulher e filhos para ajudar no ” Debulhamento do Milho”. Serviço trabalhoso, debulha espiga por espiga, batendo com um pedaço de pau nos grãos para soltar do sabugo. Alguns vizinhos vêm ajudar no debulhamento do milho, batendo papo, contando histórias da roça, da safra dos outros índios e quem vai tirar maior produção de milho este ano entre os agricultores? Passando três ou quatro dias de trabalho no debulhamento do milho, estar terminado essa atividade, agora é botar os grãos para secar e ensacar, para vender, comer, e fazer ração para os animais domésticos: porcos, galinha, perus e patos. O preço da saca de milho em 2006 foi de 20,00( vinte reais), os produtores indígenas tiraram 20 saco por tarefa. Nhenety Kariri-Xocó.

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