Arquivos do Autor | Potyra Tê Tupinambá

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Edital para apoio a organizações indígenas

 

A organização indígena norte-americana First Peoples Worldwide está recebendo propostas para o seu edital de apoio à outras organizações indígenas no Ártico e nas Américas.

 

O incoveniente é que as propostas tem que  ser enviadas, em inglês.

 

As inscrições podem ser

feitas até o final deste mês, dia dia 31 de maio e o financiamento é de 5 mil a até 20 mil dólares (o que equivaleria hoje há R$ 9.788,00 até R$ 39.152,00)  para projetos com duração de 8 a 10 meses.

 

O objetivo da chamada é apoiar projetos indígenas que fortaleçam estruturas tradicionais e contemporâneas que se alinhem com valores comunitários, proporcionem sistemas políticos inclusivos e demonstrem princípios de boa governança.

 

Esta é uma bela oportunidade para as nossas Organizações Indígenas de organizarem!!!

Mais informações podem ser encontradas no site http://www.firstpeoplesworldwide.org/grantsTCSG.asp.

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Forum Social Mundial

Tupinambá tem direito de informar!

Há aproximadamente 09 meses atras nós do Povo Tupinambá fizemos Retomadas na Região do Santana no Município de Ilhéus como forma de pressionar o Estado Brasileiro a concluir o processo de Demarcação de nosso Território Tradicional.  Durante as nossas Retomadas nós indígenas fizemos a cobertura indígena da Retomada documentando tudo o que acontecia em vídeos e fotos e diariamente eram publicadas aqui nos Índios on Line. Queríamos com tais matérias mostrar ao Mundo o nosso modo de agir e mostrar que tudo estava ocorrendo de forma pacífica.

 

Este ano no mês de março fui surpreendida com uma intimação, sobre um processo que corria contra mim e contra a Thydewa no Juizado Especial de Itabuna promovido pelo que se diz proprietário de uma das fazendas Retomadas – Faz. São José –  por se sentir ofendido pelos vídeos sobre a nossa Retomada. Este processo foi extinto pelo Juizado pelo fato de eu  (uma das ré) ser indígena. Não se contentando com este fato e agindo de má fé entraram novamente com uma ação desta vez apenas contra a Thydewa.

 

Deste processo foi concedida liminar favorável aos fazendeiros e fomos obrigados a retirar de nosso portal a matéria e os videos de nosso Canal Celulares Indígenas sem ao menos o vídeo ser visto e analisado pela Justiça, sob pena de multa de R$ 400,00 por dia de não cumprimento. O fazendeiros se dizem “constrangidos, humilhados,  e colocados em situação vexatória”. O nosso vídeo apenas mostrava os fatos. Mostrava que a Retomada foi pacífica e que eles puderam retirar todos os seus bens materias. Aliás, a Tv local Santa Cruz,  filiada à Rede Globo também fez uma matéria informativa… será que processaram também?

 

O Processo ainda está correndo… tivemos no dia 01 de Agosto uma audiência de Conciliação onde apresentamos com o auxílio do Advogado Jerônimo Mesquita gentilmente cedido pelo Deputado Federal Emiliano José (grande militante pelo Direito de Liberdade de Expressão), a nossa defesa.

 

A Thydewa, parceira dos Índios on Line, está sendo incriminada por apoiar o protagonismo e a causa indígena. Sabemos que na verdade o que querem é calar a nossa voz, mas não conseguirão pois somos Etnojornalistta, fazemos um trabalho sério e assim como existe o Direito de Imagem também existe o direito á Livre Expressão, o Direito de Imprensa e um Índio on Line ao noticiar fatos de seu cotidiano está fazendo isso em primazia do Interesse social.

 

Leia também:

http://www.emilianojose.com.br/index.cfm?event=Site.dspMandato&mandato_id=4&proposicao_tipo_id=1&link=discursos

http://www.oreconcavo.com.br/2011/08/08/justica-censura-ong-indigenista-da-bahia-decisao-proibe-veiculacao-de-videos-sobre-retomada-de-terras/

 

 

 

 

 

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Jamopoty pro Povo Tupinambá de Olivença!!!

Este São João será de muita alegria para o Povo Tupinambá de Olivença, pois a nossa Cacique Maria Valdelice  (Jamopoty) foi finalmente libertada depois de 04 meses de prisão domiciliar.

 

A Libertação da Cacique Jamopoty (florecer em Tupi) é um florecer para a nosso Povo que estava sofrendo muito com a sua prisão.

 

A Cacique Maria Valdelice havia sido presa no dia 3 de fevereiro a pedido do Juizado Federal de Ilhéus – Bahia.

 

Recentemente uma Comissão de Direitos Humanos liderada pelo Deputado Jean Wyllys esteve no Sul da Bahia para ouvir os índios Tupinambá e Pataxó Hãhãhãe que estão  passando por séria violações de seus direitos.

 

O Povo Tupinambá está em festa e agradecido por todos os que nos apoiaram, porém ciente de que a luta só está começando.

 

 

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CACIQUE MARIA VALDELICE É PRESA INJUSTAMENTE

Mais uma vez uma liderança do Povo Tupinambá de Olivença é presa injustamente. Primeiro foi o Cacique Babau, depois seus irmãos Givaldo e Glicélia, agora foi a vez da Cacique Maria Valdelice (Jamopoty).

Ela foi presa na tarde de hoje (03 de Fevereiro) após uma audiencia por Policiais da Policia Federal em  cumprimento ao Mandado de Prisão expedido pelo Juiz Federal Pedro Alberto Calmon Holliday, após decisão da Karine Costa Carlos Rhem da Silva (docs abaixo).

Esta prisão demostra a terrível perseguição que nós indígenas no Sul da Bahia estamos sofrendo e o processo de C R I M I N A L I Z A Ç Ã O   de nossas lideranças.

A decisão pela Prisão Preventiva da Cacique foi decretada após Representação do Delegado da Polícia Federal, sendo a mesma acusada dos crimes de Esbulho Possessório ( art. 161 §2º,II CP), Formação de Quadrilha ou Bando (art. 288 CP)  e Exercício arbitrário das próprias razões (art. 345 CP).

Hoje ser um líder  de um Povo é ser criminoso. Retomar nosso Território Tradicional visto o Estado não cumprir com seu compromisso virou esbulho possessório, agir coletivamente (marco tradicional de todos os povos indígenas) virou formação de quadrilha e lutar por nossos direitos negados pelo Estado Brasileiro virou exercício arbitrário das próprias razões… somos um povo, um povo guerreiro… temos nossa tradição e nossa forma diferenciada de ser e agir e queremos ser respeitados como tais.

O Estado Brasileiro tem uma dívida histórica com os Povos Indígenas, é preciso mais que urgente que todos os cidadãos brasileiros somem forças para cobrar que esta dívida seja definitivamente paga com a demarcação dos Territórios Tradicionais. É por causa dessa inércia do Estado que somos obrigados a fazer por nossa conta e risco a autodemarcação de nossos Territórios Tradicionais.

Nós Indígenas não somos invasores de terras. Quando o Brasil foi invadido pelos Portugueses, aqui já existiam os hoje chamados indígenas. Nossos ancestrais já habitavam este território chamado Brasil.

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Povo Tupinambá de Olivença buscando seus direitos

O Povo Tupinambá de Olivença, cansado de esperar uma resposta da Funai a respeito da Nomeação do Coordenador Técnico Local da CTL de Ilhéus, resolvemos ocupar pacificamente a sede da Coordenação Regional do Sul da Bahia.

Há meses estamos aguardando esta nomeação, inclusive já foram protocolados na Funai Ilhéus diversas solicitações de esclarecimentos a este respeito, sem no entanto termo sinal algum do que de fato está acontecendo.

Nossa preocupaçõa é que já estamos no final do ano e devido à falta de um Coordenador Técnico Local não foi feito ainda o planejamento de como serão os trabalhos desenvolvidos em nossas Comunidades no ano de 2011.

Estamos muito decepcionados pois o próprio Presidente Márcio Meira em reunião com os Caciques e Lideranças realizada em Brasilia, disse que a decisão do Povo tupinambá de Olivença no que diz respeito à CTL seria respeitada.

Recebemos a visita da Polícia Federal e da Força Nacional que rceberam uma denúncia que estávamos agindo de forma violenta, mas ficou facilmente comprovado que estávamos (e estamos ainda) ocupando  P A C I F I C A M E N T E a Funai até que esta situação seja resolvida.

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É hora de R E T O M A R o que é nosso!

Nós indios Tupinambá de Olivença, diante da falta de posição do Estado Brasileiro e da Funai órgão por lei responsável pela Demarcação de Terras indigenas estamos sendo obrigados a fazer por conta propria a R E T O M A D A  de nosso Território Tradicional.

Na noite do dia 24 foi feita mais uma retomada. a Fazenda Paraíso localizada no Santana foi ocupada pelos indios Tupinambá de forma pacífica.

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X Caminhada Tupinambá: resistência indígena!

Aconteceu ontem a Décima Caminhada em Memória aos Mártires do Massacre do Rio Cururupe, que por sinal tem esse nome pois este mesmo rio ficou vermelho de sangue (em Tupi Cururupe) de nossos antepassados, durante uma Batalha entre os indígenas e os Portugueses a mando de Mem de Sá então Governador na época.

Nossa Caminhada iniciou pela manhã com um porancyn na Igreja Nossa Senhora da Escada e depois fomos caminhando sumo ao Cururupe. A nossa caminhada foi tranquila mesmo sem a presença da Polícia Militar e Polícia Rodoviária que só chegou quando já estávamos chegando no Cururupe.

Os 8 km que no passado foram cobertos pelos corpos de nossos antepassados  em 1559, foram percorridos por mais de mil indígenas com cantos e danças para reverenciar os nossos antepassados covardemente assassinados.

São 451 anos que esse massacre aconteceu, mas ainda hoje esta lembrança causa uma dor terrível. Achavam que tínhamos sido todos exterminados pois foram 1 légua de corpos extendidos no chão, mas estamos aqui reivindicando e cobrando que nossos direitos sejam respeitados. Que demarque as nossas Terras para podermos vive em paz o nosso modo de vida.

Relembramos também o nosso grande líder conhecido como Caboclo Marcelino, considerado na época um comunista pelos coronés integralistas (mesma coisa que nazistas) que lutou para defender nosso povo na decáda de 30 contra a ganância desses mesmos Coronés que se achavam donos das terras indígenas, mas nós índios originários éramos e somos os verdadeiros donos. Quando os invasores portugueses chegaram aqui, nós já habitávamos este território.

Relembrando nossos mártires temos mais força para lutar pelo que é por direito nosso.

Gostaria de mais uma vez pedir apoio à todos para nosso abaixo assinado: http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/6520

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Preparação para a X Caminhada do Povo Tupinambá de Olivença

Nós do Povo Tupinambá de Olivença estamos em pleno preparativos para a X caminhada em Memória aos Mártires do Massacre do Rio Cururupe que acontecerá amanhã.

Estamos recebendo parentes de vários regiões, bem como parentes das 23 Comunidades que fazem parte do Povo Tupinambá de Olivença. Os Parentes estão se preparando para os 8 km que serão pecorridos amanhã de Olivença – nossa Aldeia Mãe – até o Rio Cururupe, com suas pinturas, trages, colares e cocares.

Neste dia lembramos dos nossos parentes que foram assassinados 1559 a mando do então Governador Mem de Sá que para se vangloriar ainda mandou carta para  Coroa de Portugal dizendo que o mar havia ficado vermelho  com o sangre dos gentios (conhecida como Batalha dos Nadadores). Para nós lembrar datas como essas é motivo de tristeza, foram 1 léguas de corpos estendidos na praia (7 km).

Lembramos também nesta data do Caboclo Marcelino que lutou para impedir a construção da ponte sob este mesmo Rio Cururupe e foi sequstrado a mando do Estado e provavelmente brutamente torturado e morto. Marcelino queria evitar que os não indios chegassem mais rapidamente até à Aldeia.

Ainda hoje somos massacrados, mas estamos fortes e convictos de nossos direitos.

Para saber mais:

http://www.indiosonline.net/9o_perigrinacao_em_memoria_aos_martires_/

http://www.indiosonline.net/tupinamba-sempre-massacrado/

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Ajude a combater a Barragem de Belo Monte! Assine a Petição on Line!

Queridos,

Mais uma vez venho pedir apoio a todos vocês!

Vamos apoiar o Movimento Xingu Vivo para Sempre (http://www.xinguvivo.org.br/).

A construção dessa Usina Hidrelétrica irá causar danos irreparáveis à natureza local além de desalojar milhares de pessoas inclusive várias aldeias.


São crianças, anciões, pais e mães indígenas que ficarão sem sua Terra Tradicional! Além dos povos indígenas afetará ainda a vida dos ribeirinhos, populações extrativistas e agricultores familiares  que ficarão sem água, peixe e meios de transporte. Serão 668 quilômetros quadrados inundados! Milhares de animais e vegetações serão  exterminados!


APOE ESTA CAUSA ASSINANDO A PETIÇÃO ON LINE >>>http://tinyurl.com/PareBeloMonte


Assistam o vídeo abaixo e vejam tudo que irá acontecer!!!


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PARA SABER MAIS ACESSEM:

http://www.xinguvivo.org.br/entenda.html

http://xingu-vivo.blogspot.com/

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campanha

Assine nosso Abaixo Assinado On line! Apoe o Povo Tupinambá de Olivença pela Demarcação de seu Território

clique aqui e Assine nosso Abaixo Assinado On Line!!

Seja solidário com o Pov0 Tupinambá de Olivença.

Vivemos um momento de apreensão e vigilância, mas também de confiança de que o compromisso, constante na Constituição de 1988, de prevalência dos direitos humanos, seja respeitado e afirmado concretamente.


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indio brasil

Se ligue Parente!

Estamos próximos das eleições. Precisamos ficar atentos neste momento tão importante para a vida de todos nós Brasileiros.

Acredito que muitos já tenham visto os vídeos que estão circulando pela TV sobre as eleições. Coloco eles logo abaixo pois acho importantíssimo cada um de nós saber direitinho  que cada um dos que ganharem deverão fazer, para podermos ter mais embasamento na hora de cobrar.

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CAMPANHA DA TERRA

CAMPANHA NACIONAL PELO LIMITE DA PROPRIEDADE DA TERRA, PELA SOBERANIA TERRITORIAL E ALIMENTAR

Queridos Parentes, amigos e parceiros,

Está acontecendo no Brasil um momento muito importante para quem vive e trabalha com a Terra. Está acontecendo uma Campanha Nacional pelo limite da propriedade da Terra. Em vários lugares do Brasil está disponível urnas para um Plebiscito até o dia 07 de Setembro.

Existem várias urnas expalhadas pelo Brasil. Dê sua conntribuição. Saiba onde votar!!

Se perto de você não tiver urnas cotribua com o abaixo assinado on line: http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/abaixoassinado/6322/1

Acesse o portal da Campanha e saiba mais: www.limitedaterra.org.br

Este texto abaixo exclarece alguns pontos importantes:

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CAMPANHA NACIONAL PELO LIMITE DA PROPRIEDADE DA TERRA, PELA SOBERANIA TERRITORIAL E ALIMENTAR

1. O que é a Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra?

Com o objetivo de conscientizar e mobilizar a sociedade brasileira sobre a necessidade e importância de se estabelecer um limite para a propriedade da terra, no ano 2000, o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo – FNRA, lançou a Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra: em defesa da reforma agrária e da soberania territorial e alimentar.

Esta campanha foi criada para acabar com a histórica concentração fundiária existente no país. É preciso estabelecer um limite para a propriedade da terra se o Brasil quiser fazer valer um dos objetivos fundamentais da república que é o de “erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais.” – artigo 3º, inciso III da Constituição.

2. O que é um Plebiscito Popular?

A participação popular é um direito dos cidadãos, pois ela está na essência do conceito de Estado Democrático de Direito. Ela pode ser exercida pela via indireta, quando se elege pelo voto, representantes que exercem o poder político em nome do população brasileira, ou pela via direta, quando a sociedade se manifesta diretamente sobre temas relevantes para o país, por meio de plebiscitos, referendos ou outra forma de iniciativa popular.

A participação popular legitima as decisões sobre os destinos a serem dados para a Nação, fazendo com que o povo seja protagonista direto deste processo. A Constituição Federal Brasileira de 1988, no seu artigo 14, determina que “a soberania popular será exercida pelo voto direto e secreto, e também, nos termos da lei, pelo plebiscito, referendo e pela iniciativa popular.” Segundo o artigo 49, XV, compete ao Congresso Nacional, autorizar um referendo e convocar um plebiscito.

Mas a prática de consultar o povo está muito longe de ser concretizada. Até o presente só tivemos um plebiscito e um referendo convocados pelo governo. Diante disto, a sociedade civil organizada tem lançado mão de plebiscitos de iniciativa popular para que a sociedade possa se manifestar sobre problemas relevantes que atingem a vida de cada brasileiro. Mesmo não tendo valor jurídico legal, esta consulta popular tem um grande valor simbólico para mostrar que a sociedade está atenta às grandes questões nacionais e que, por isso mesmo, deveria ser ouvida com respeito e atenção.

3. Por que limitar as propriedades de terras no Brasil?

O Brasil é o campeão mundial em concentração de terra. E está comprovado que a pequena propriedade familiar é a principal produtora de alimentos que chega à mesa dos brasileiros. Ela é responsável por toda a produção de hortaliças, com 87% da mandioca, 70% do feijão, 46% do milho, 38% do café, 34% do arroz, 21% do trigo; 58% do leite, 59% dos suínos, 50% das aves.

Ela emprega 74,4% das pessoas ocupadas no campo, enquanto que as grandes empresas do agronegócio só empregam 25,6% da mão de obra do total.

Enquanto a pequena propriedade ocupa a cada cem hectares 15 pessoas, as empresas do agronegócio ocupam 1,7 pessoas a cada cem hectares.

Os estabelecimentos com até 10 hectares apresentam os maiores ganhos por hectare, chegando até R$ 3.800,00.

A concentração de terras no latifúndio e grandes empresas expulsa as famílias do campo, jogando-as nas favelas e áreas de risco das grandes cidades e é responsável diretamente pelos conflitos e a violência no campo. Somente nos últimos 25 anos foram registrados os seguintes dados: 1.546 trabalhadores assassinados e houve uma média anual de 2.709 famílias expulsas de suas terras. 13.815 famílias foram despejadas. 422 pessoas presas por conflitos agrários. 765 conflitos no campo diretamente relacionados à luta pela posse da terra. 92.290 famílias envolvidas em conflitos por terra.

Além do mais, as grandes empresas latifundiárias lançam mão de relações de trabalho análogas às do trabalho escravo. Em 25 anos foram registradas 2.438 ocorrências de trabalho escravo, envolvendo 163 mil trabalhadores escravizados.

4. Existem limites em outros países do mundo?

Sim. O limite para a propriedade da terra não é uma novidade. Muitos países o adotaram com sucesso. Na Coréia do Sul, Malásia, Japão, Filipinas e Tailândia a redistribuição da terra foi um instrumento para o desenvolvimento econômico e social.

5. Qual é o limite proposto pelo Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo?

O ra cada município de acordo com a situação geográfica, a qualidade do solo, o relevo e as condições de acesso.

O limite de 35 módulos significa uma variação entre 175 hectares, em casos de imóveis próximos às capitais com boa infra-estrutura e de fácil acesso aos mercados consumidores e até 3.500 hectares, em boa parte da região da amazônica.

6. O que é um módulo fiscal?

O módulo fiscal é uma referência, estabelecida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA-, que define a área mínima suficiente para prover o sustento e a vida digna de uma família de trabalhadores e trabalhadoras rurais. Ele varia de região para região – entre cinco e cento e dez hectares- e é definido para cada município a partir da análise de várias regras, como por exemplo, a situação geográfica, qualidade do solo, o relevo e condições de acesso.

A criação do módulo fiscal foi uma tentativa de adequar as propriedades às realidades regionais e municipais. Essa concepção está presente nas leis como, por exemplo, na Lei nº. 8.629. Essa lei foi instituída em 1993 para regulamentar os artigos 184, 185 e 186, da Constituição Federal, que tratam da reforma agrária. Essa Lei estabeleceu, em seu art. 4º, que a pequena propriedade é aquela “de área compreendida entre um e quatro módulos fiscais” – Inciso II. No mesmo artigo, estabelece-se que a média propriedade é aquele imóvel que possui “área superior a quatro até quinze módulos fiscais” – Inciso III. Esta definição é importante porque os imóveis abaixo deste tamanho não são passíveis de desapropriação para fins de reforma agrária, segundo consta no art. 185 da Constituição.

7. Por que o FNRA propõe um limite de 35 módulos fiscais?

Mesmo tendo este parâmetro legal de até 15 módulos para a média propriedade, o Fórum Nacional de Reforma Agrária propôs como limite máximo, 35 módulos. As entidades do Fórum entendem que, mesmo estabelecendo um limite máximo, a estrutura fundiária brasileira continuará composta de pequenas, médias e grandes propriedades.

O limite de 35 módulos significa uma variação entre 175 hectares, em casos de imóveis próximos às capitais, portanto, assistidos com infra-estrutura e bom acesso aos mercados consumidores e 3.500 hectares, em boa parte da região da amazônica. Este limite supera o limite máximo estabelecido na Constituição.

8. A quem pertence a Terra?

Olhando a realidade à nossa volta, dominada pela brutal mercantilização da vida, em que todas as coisas são transformadas em mercadorias e dominados pelo mundo dos negócios, dizemos que a terra pertence aos que detém o poder, aos que controlam os mercados, aos que podem vender e comprar seu chão, seus bens e serviços, água, genes, sementes, alimentos, ar, energia, lazer, comunicação, transporte, segurança, educação, órgãos humanos e até mesmo pessoas feitas também mercadorias. Estes pretendem ser os donos da terra e dispõem dela como bem entendem.

Mas são donos ridículos, pois esquecem que não são donos deles mesmos, nem de sua origem nem de sua morte.

A quem pertence a terra? A resposta mais sensata e satisfatória nos vem das religiões, bem representadas pela tradição judaico-cristã. Nesta, Deus diz: “Minha é a terra e tudo o que ela contém e vocês são meus hóspedes e inquilinos” (Lv 25,23). Só Deus é senhor da terra e não passou escritura de posse a ninguém. Nós somos hóspedes temporários e simples cuidadores com a missão de torná-la o que um dia foi: o Jardim do Éden. Por ser geradora de vida, a terra possui a dignidade e o direito de ser cuidada e protegida.

9. Como está o planeta terra?

Vivemos um momento da história em que está em jogo nosso futuro comum. O encadeamento de crises e especialmente a questão ecológica podem originar uma tragédia de enormes proporções, que impõe a urgente adoção de medidas pessoais em nossa maneira de nos relacionar com a terra e urgentíssimas medidas políticas. O que importa não é a salvação do status quo, mas a salvação da vida e do sistema terra. Esta é a nova centralidade, que redefinirá os grandes rumos da política e das leis.

Hoje, aflora, em vários setores da sociedade, uma nova consciência que considera a terra e a humanidade como parte de um vasto universo em evolução, que possuem o mesmo destino e constituem, em sua complexidade, uma única entidade.

10. E a crise ambiental?

Como a crise ambiental deve ser enfrentada globalmente, é preciso definir o “bem comum da terra e da humanidade”. As características do bem comum são a universalidade e a gratuidade. Deve incluir todos, pessoas e povos, e ao mesmo tempo é oferecido a todos gratuitamente porque representa o que é essencial, vital e insubstituível para a humanidade e a própria Terra. O primeiro bem é a terra, que é condição para todos os outros bens.

A biosfera é um patrimônio que a humanidade deve tutelar. Isto vale para todos os recursos naturais: ar, água, fauna, flora, micro-organismos e também para a manutenção do clima. Por isso as mudanças climáticas devem ser enfrentadas globalmente, como uma responsabilidade compartilhada. Fazem parte do patrimônio comum os bens públicos a serviço da vida, como os alimentos, as sementes, a eletricidade, as comunicações, os conhecimentos acumulados pelos povos e pela pesquisa, pelas culturas, artes, técnicas, música, religiões, saúde, educação e segurança.

O segundo bem comum é a humanidade, com seus valores intrínsecos como portadora de dignidade, consciência, inteligência, sensibilidade, compaixão, amor e abertura para o Todo. A humanidade aparece como um projeto infinito e por isso sempre inacabado. O fecundo conceito de bem comum proíbe que sejam patenteados recursos genéticos fundamentais para a alimentação e a agricultura, enquanto as descobertas técnicas patenteadas devem sempre ter um destino social. Pertence ao bem comum da humanidade e da Mãe Terra a convicção de que uma energia benfeitora está subjacente a todo o universo, sustenta cada um dos seres e pode ser invocada, acolhida e venerada.

Obs.: Organize aí na sua comunidade e cidade o Plebiscito Popular sobre o limite da Propriedade. Ajude nessa luta tão necessária, justa e sublime. Mais informações e orientações estão em www.limitedaterra.org.br

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Seminários de Esclarecimento e Informação sobre a reestruturação da Funai

Vai acontecer neste mês de Setembro reuniões em várias partes do Brasil promovidas pela FUNAI  para discutir o processo de
implantação da nova estrutura administrativa da Funai.

A FUNAI realizará doze seminários em diferentes cidades, agrupando servidores de coordenações regionais e representantes das comunidades indígenas das jurisdições correspondentes.

As cidades onde os encontros ocorrerão são:

  1. Rio Branco/AC;
  2. Maceió/AL;
  3. Ji-Paraná/RO;
  4. Campo Grande/MS;
  5. Palmas/TO;
  6. Eunápolis/BA;
  7. Manaus/AM;
  8. Belém/PA;
  9. Cruzeiro do Sul/AC;
  10. Barra do Garças/MT;
  11. Florianópolis/SC e
  12. Cuiabá/MT.

Fiquem atentos Parentes!!

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belo monte – rio xingu

Lula libera construção da Usina Belo Monte sem ouvir os Povos Indígenas

O Presidente Lula assinou no dia 26 de Agosto o contrato de concessão da Usina Belo Monte (Altamira-Pará) violando mais uma vez os Direitos Humanos e Constitucionais de nós Indígenas. Segundo o Presidente a oba significa uma “vitória do setor energético”.

Eu pergunto: E AS MAIS DE  50 MIL PESSOAS (indios e ribeiinhos) QUE VIVEM ÀS MARGENS DO RIO XINGU???????????

Será que elas acham isso???  Para muitos desses essa obra é a “sentença de morte do Xingu”.

Vale dizer que agindo assim não se levou em conta os acordos internacionais como a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas e a Convenção sobre Diversidade Biológica, que exigem o consentimento livre, prévio e informado dos Povos Indígenas e Comunidades Locais em caso de empreendimentos que afetem as vidas das Populações Indígenas.

Esse ato arbitrário foi assinado antes do Ibama ter concedido Licença para a obra e antes de julgadas as 15 ações civis pública conta a Licença Prévia, contra o leilão e por violação de Direitos Humanos e Constitucionais das populações ameaçadas

Vejam o vídeo que encontrei no canal do Greenpeace Brasil no youtube. Ele explica dieitinho tudo que vai acontecer… mostra a indignação de nossos parentes, as conseqüências e quem realmente será beneficiado com a obra…

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Indígenas unidos pela transformação no 7º Acampamento Terra Livre

Hoje terceiro dia do 7º Acampamento Terra Livre, que está acontecendo em Campo Grande na Aldeia Urbana Marçal de Souza,  os indígenas participantes passarão o dia trablhando em Grupos Temáticos para levatarem propostas para melhoria das condições nas Comunidades Indígenas.

Cada Grupo temático tem seu coordenador e um secretário e as propostas levantadas serão apresentadas e comporão o texto final do ATL.

Os Grupos Temáticos são:

  • Terras Indígenas (demarcação, desintrução, sustentabilidade) = coordenação de Anastácio Peralta
  • Grandes empreendimentos: Belo Monte, Transposição do Rio São Francisco etc. = coordenação de Marcos Apurinã
  • Saúde Indígena (Secretaria Especial) = coordenação de Rildo Kaingang
  • Educação Indígena (Territórios etnoeducacionais) = coordenação de Josi Tupiniquin
  • Criminalização de lideranças e comunidades indígenas = coordenação de Irajá Pataxó
  • Legislação Indigenista (Estatuto dos Povos Indígenas) = coordenação de Romancil Cretã
  • Participação e controle social (Conselho Nacional de Política Indigenista – CNPI e outras instâncias) = coordenação de Chico Apurinã
  • Reestruturação da Funai = coordenação de Timoteo Verã Guarani.

Á tarde houve a apresentação e discussão das propostas, que farão parte do documento final do Acampamento. Foi muito importante este momento pois foram os próprios indígenas que reunidos discutiram e colocaram no papel aquilo que realmente importa para a transformação da vida das Comunidades Indígenas  no melhor possível.

Amanhã estará disponibilizado aqui o Documento final. Acompanhem.

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Esta matéria foi feita em parceria pela equipe de Gestão:

Texto – Potyra Tê Tupinambá

Fotos – Graciela Guarani

Imagens  – Alex Pankararu

Vídeo – Curupaty Abaeté

1. Analisar a situação dos direitos indígenas, a partir da avaliação das demandas e resultados das seis edições anteriores do Acampamento Terra Livre (ATL), destacando conquistas, avanços e reivindicações pendentes ou não atendidas pelo Estado brasileiro.

2. Formular a partir das experiências, realidades e contribuições dos distintos povos e organizações indígenas representados no Acampamento, reivindicações e propostas comuns para uma nova política indigenista do Estado Brasileiro marcada pelo respeito total aos direitos fundamentais e originários dos povos indígenas.

3. Tornar visível junto a sociedade brasileira, os distintos poderes do Estado e especialmente aos candidatos à Presidência da República a situação dos direitos indígenas e as reivindicações dos povos e organizações indígenas, destacando a grave situação das terras e comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul.

4. Fortalecer a articulação e unidade do movimento indígena regional e nacional para a promoção e defesa dos direitos fundamentais e originários dos povos indígenas.

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Cacique Babau e seus irmãos enfim retornam para Aldeia

O Cacique Babau que foi preso arbitrariamente em março, em uma madrugada, pela Polícia federal, dentro da Aldeia na Serra do Padeiro foi solto no dia 16/08 juntamente com seus irmãos Gilvado e Glicélia.

A Prisão foi revolgada por determinação do Juiz de Direito de Buerarema Antônio Carlos de Souza Higino.

Para nós do Povo Tupinambá a soltura do Cacique Babau e de seus irmãos significa a  Justiça sendo feito pois aqui no Sul da Bahia ser liderança virou sinônimo de criminalidade. O preconceito contra nós impera.

Toda essa perseguição contra nós começou em abril de 2009 quando saiu o Relatório  com a delimitação de nosso tão sonhado Território. Sendo alguns políticos da Região, fazendeiros e alguns pequenos proprietários aqui não existe indígena. Porém afirmamos que estamos aqui, fortes e firmes na luta pela conquista de nossos direitos tradicionais.

A Constituição Federal Brasileira de 1988, lei máxima desse país que hoje chamamos de Brasil, nos garantes estes direitos e é nela que nos embasamos. Não estamos infringindo lei alguma, estamos apenas lutando pelos nossos direitos.

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Acampamento Terra Livre 2010 na Rede

Queridos Amigos, Parceiros e Parentes,

Está acontecendo em Campo Grande- MS (16 a 19/09), o Acampamento Terra Livre 2010 e a Rede Índios on Line com seus Gestores Graciela Guarani, Curupaty Abaeté e Alex Pankararu e a Tuxáua Potyra Tê Tupinambá se fazem presente para a cobertura indígena do evento.

Fizemos uma longa e cansativa viagem até aqui em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, mas estamos confiantes que esse encontro é muito importante para nós Povos Indígenas e também para a expansão da Rede Índios on Line.

O Acampamento está acontecendo dentro da Aldeia Urbana Marçal de Souza, a primeira Aldeia Urbana do país que foi fundada na década de 90. O evento começou ontem com uma Coletiva para a Imprensa às 15:30 mas nós da Rede só chegamos às 2:00 da madrugada de hoje dia 17/09.

As atividades deste dia se iniciaram com um ritual dos Guarani, e depois iniciaram as falas dos Organizadores do Evento a APIB e de outras organizações indígenas como Romão Terena da ARPIPAN, Anastácio Peralta da AGUASU, Romancl Cretã da ARPINSUL, Timoteo Vera Guarani da ARPINSUDESTE, Iraja Pataxó da  APOINME e Marcos Aporinã da COIAB. Logo depois foi dada a palavra aos coordenadores das Delegações presentes. Estão presentes aproximadamente 20 delegações.

A equipe da Gestão coletou imagens e depoimentos para a elaboração de um mine documentário. Nesta manhã foram várias as falas pedindo apoio, como a Campanha Opará, Demarcaões, contra a criminalização das lideranças, prisões arbitrárias, contra Belo Monte, ficou claro que nós Povos Indígenas precisamos nos unir. Índios on Line pode conribuir muito para que isso aconteça.

Houve grandes críticas ao Estado do Mato Grosso do Sul – estado que mais discrimina os indígenas -  que se negou a apoiar o evento no Estado na liberação de espaços públicos. Finalizamos a manhã com uma benção do Cacique Getúlio do Povo Guarani de Dourados.

As atividades da tarde se iniciaram com a apresentação da Dança do Guerreiro do Povo Terena. Foi aberta então a fala para as Lidernças e Caciques locais falarem da situação das Terras Indígenas no Mato Gosso do Sul. Foram depoimento emocionados, com relatos de injusiças, violência e discriminação.

As lideranças de Dourados foram taxativas ao falarem da violência em suas retomadas. No assassinato de parentes, na distruição de suas moradias, na discriminação e na certeza de que continuarão lutando. Uma Liderança de Dourados disse: “Eu não quero compra de Terra. Eu não sou Sem-Terra. Eu sou Índio” ao se refrir à compra d terra para seu povo. e terminou dizendo: “O índio existe, stá vivo”


As atividades de hoje finalizaram com o Painel: Situação dos Direitos Indígenas e da política indigenista, ressaltando o direito territorial, criminalização de lideranças e grandes empreendimentos que impactam as terras indígenas, com destaque  à grave stuação das terras indigenas do Mato Grosso do Sul com a presença do MPF e lideranças.

Imagem de Amostra do You Tube

Esta matéria foi feita em parceria pela equipe de Gestão:

Texto – Potyra Tê Tupinambá

Fotos – Graciela Guarani

Imagens  – Alex Pankararu

Vídeo – Curupaty Abaeté

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Cenas do Filme Curumbiara

Uma semana de Vídeo Índio Brasil na Aldeia Itapoã

Aconteceu durante a semana de 31 de Julho a 07 de Agosto na Aldeia Itapoã do Povo Tupinamba de Olivença- Ilheus-Bahia a Mostra Vídeo Índio Brasil.

A mostra se iniciou com 2 dias de oficinas da equipe de gestão da Rede Índios on Line, da Tuxáua Potyra Têpara jovens Tupinambá. Nas oficinas foram abordados temas como Cidadania, Protagonismo Juvenil, Ciberativismo, Etnojornalismo e Audiovisual. Os jovens da Aldeia fizeram um vídeo de ficção . Eles mesmo fizeram o texto, roteiro, imagens, e a edição.


Foram 07 dias onde pudemos ver e ouvir nossos parentes de outras naçoes e aprender com eles seus modos de vida. Vimos que muitos sofrem problemas parecidos aos que passamos aqui no Povo Tupinambá. Foi muito importante para nós este intercâmbio.

Gostamos muito de ver o filme Indígenas Digitais que teve filmagens aqui na Aldeia e saber que em vários outros Municípios outras  pessoas também assistiram, nos viram e aprenderam conosco.

Dos Filmes apresentados o que mais nos chamou a atenção foi o filme Curumbiara, pois nos identificamos

com as situações de perseguição e conflitos em que vivemos aqui em nossa Terra Indígena. Nós aqui o povo Tupinambá também temos mini-documentários que retratam estas situações de conflito.

Clique aqui e confira a lista de Filmes apresentados na Mostra

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Unidos pela Lei Griô Nacional

Aconteceu hoje na Assembléia Legislativa da Bahia, que fica no Centro Administrativo em Salvador uma Audiência Pública em prol da votação da Lei Griô.

Estiveram presentes diversos mestres da Tradição oral, aprendizes, representantes do MinC, Secult-ba e SEC-Ba.

O evento e iniciou com várias rodas com cantigas tradicionais, pandeiros, sambadeiras… houve uma verdadeiro Intercambio de saberes e Tradicões.

Índios on Line se fez presente com a presença do Griô Aprendiz Atiã Pankararu e Aratycum Pankararu.

Potyra Tê Tupinambá, Tuxaua também se fez presente em apoio à Rede Griô Nacional em prol dessa Lei tão importante para a Cultura Brasileira e a Política Nacional de Transmissão oral do Brasil.

Para conferir o texto completo do Projeto de Lei acessem: www.acaogrio.org.br

Imagem de Amostra do You Tube

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Vídeo Índio Brasil na Aldeia Itapuã

Está acontecendo na Aldeia Itapuã Povo Tupinambá de Olivença – Ilhéus-Ba uma das sessões do Vídio Índio Brasil que também está acontecendo em  111 cidades Brasileiras ao mesmo.

Está também acontecendo oficinas da Rede Índios on line.

De 31/07 a 07/08 teremos noites culturais com apresentações de filmes com temática indígena.

Confira as cidades onde estão acontecendo e quais os filmes serão exibidos em: http://www.videoindiobrasil.org.br/

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CAMPANHA

retomadas pataxo hahahãe http://www.indiosonline.net/chat/

Canal Celulares Indígenas Youtube

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