_ Criação do “Diretório dos Índios”, para substituir os jesuítas 1798. A Missão de São Pedro é descrita em Vila Nova como Aldeia dos Aramurus 1802. As missões sergipanas são referidas como civilizadas, pacíficas e obedientes 1803, aos portugueses, sob suas ordens. Dom Marcos Antônio de Souza refere-se a Missão de Pedro como indolentes 1808, uma discriminação. Imigração de portugueses para as terras de São Pedro, com capuchinhos em 1810. O índio José Serafim de Souza capitão Mor de São Pedro, acusa o Padre Antônio Simões de corrupção 1815. Os índios de São Pedro são acusados de preguiçosos em 1818. A Missão de São Pedro é elevada a categoria de Freguesia em 1821. O diretor da Aldeia de Porto Real do Colégio era José de Santana Reis 1822. O Padre de São Pedro solicita ajuda policial para demitir José Serafim de Souza 1823. O Relatório da Província de Alagoas sugere transferência dos índios para o litoral 1826. A Missão de São Pedro perde a condição de sede da Freguesia em 1829. O Padre José Henrique de Amorim acusa índios alagoanos como vagabundos e provocadores em 28/01/1830. O Diretor da Aldeia de Colégio protesta contra a invasão de portugueses nas terras dos índios em 1832. O Diretor da Aldeia de Colégio Mathias Vieira Dantas, envia 15 índios a Maceió para trabalhos insalubres, obras públicas em 19/01/1840. O Presidente da Província de Alagoas Pereti equipara os índios a órfãos em 1842. O Presidente da Província de alagoas Anselmo Francisco Pereti, solicita juízes órfãos para expulsar invasores das terras indígenas em 1844. O Presidente de Alagoas Henrique Marquês de Oliveira Lisboa afirma que não existe índios selvagens em Alagoas 1845.O Presidente da Província de Sergipe informa ao Governo Central que suas aldeias estão em abandono 1846. Frei Doroteu de Loreto vai catequizar índios de São Pedro em 1849. João Fernandes da Silva Tavares diretor da Aldeia de São Pedro hospeda Frei Doroteu em sua Fazenda Araticum em 1850. As terras indígenas do Brasil são consideradas devolutas para concessão e compra 1850. O Presidente da Província de Sergipe José Antônio de Oliveira e Silva solicita ao Imperador a extinção da Diretoria dos Índios 06/04/1853. O Dr. José Antônio Saraiva se expressa em Alagoas que os índios se intitulam caboclos 08/03/1854.O Pre3sidente de Alagoas Sá Albuquerque chama os índios primitiva raça a “caboclos” em 01/03/1855. Criação dos Delegados das Repartições Especiais de Terras Públicas 1856, no lugar da Diretoria dos Índios. O Pajé Manoel Baltazar recebe o Imperador D. Pedro II que visita Colégio (Urubu-Mirim) em 16/10/1859. O Presidente Pedro Leão Veloso diz que em Alagoas os índios não são de características aborígene 1860. O Bacharel Manoel Lourenço da Silveira manifesta contra a extinção das Aldeias de Alagoas em 1862. Formado o Batalhão Indígena ” Voluntários da Paz ” para participar na Guerra do Paraguai em 1864.O Presidente de Alagoas José Bento da Cunha Figueredo Jr. manda dispensar os diretores dos índios em 1870. O geógrafo alagoano Thomaz Bomfim Espíndola, generaliza os índios de Porto Real do Colégio como Tupinambá em 1871.O Presidente da Província de Alagoas Silvino Carneiro da Cunha descrimina “mestiços” os índios 1872. Extinção dos aldeamentos alagoanos em 17/07/1873.NOTAS : MATA,1989;ANTUNES,1984;CUNHA,1998; DANTAS,1976;MOTT,1854;FERNANDES,1981;SALVADOR,1975;TRAVASSOS,1875;FREIRE,1977;NETO,1947;HOORNAERT,1977,EDELWEIS,1952;FERNANDES,1989;CASTRO,1985;RODRIGUES in NIEUHOT,1981;BARROS,1919. NHENETY Kariri-Xocó.

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