O arraiÁ dos CAs realizado no Centro Comunitário da unB, contou com a participação dos estudantes Indígenas. De certa forma foi uma grande sucesso para todos. Comidas como bolo de mandioca/macaxeira, creme de cupuaçu, caldo de frango com mandioca e quentão tribal foi umas das comidas oferecidas pelos estudantes. Palhas de dendê e bambus enfatizaram a ornamentação indígena da barraca, já as bandeirinhas e o balão caracterizaram a mesma de forma junina. Pinturas indígenas corporais foram realizadas pelos estudantes ao público.
A partir dessa participação nós estudantes indígenas estamos bastante entusiasmados e acreditamos que foi mais um passo dado para a expansão do indígena universitário ao meio acadêmico.
A partir de agora estamos preparados para os próximos anos, levando a cultura indígena ao público em geral, afinal de “todo dia é dia de indío”!


Ornamentação da barraca


Estudantes e colaboradores, fazendo uma pose rapidamente para a foto.


Bandeira da Associação na barraca

EQUIPE:

LUIZ TUKANO
luizsgc@gmail.com

PORAN POTIGUARA
tanipotiguara@gmail.com

ANTONIO KAIMBÉ
antonio.kaimbe@yahoo.com.br

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3 COMENTÁRIOS

  1. “Sou pataxó, sou xavante, kariri, yanomami, sou tupi, guarani, sou kajará;/ sou pankararu, karijó, tupinajé, potiguara, kaeté, fulniô, tupinambá…”

    Olá, meus amigos dos povos ancestrais dessas terras! Não sei se vocês conhecem o trecho acima, da música de Antônio Nóbrega, em homenagem a nossos pais indígenas. Mas faltou ele dizer também, como eu gostaria de dizer a todos vocês: Sou macuxi, wapixana, karipuna, atikum, tupinikim e também sou kaimbé;/ sou mundurucu, piratapuia, kaingang, sou kraô, suiá, terena, ashaninka e baré.

    Fiquei muito feliz que vocês conseguiram aproveitar muito bem o espaço nessa festa junina. Realizaram muito bom trabalho, com união e muita animação. É muito gratificante quando vemos algo realizado, seja uma meta ou um trabalho, e com saldo positivo, em todos os sentidos. A barraca ficou muito criativa e tenho certeza de que chamou a atenção de todos que passaram pelo Centro Comunitário da UnB.

    Espero que possamos realizar muito mais. Temos muito mais a fazer. O Distrito Federal precisa conhecer a cultura, os conhecimentos, a arte, a ciência e a espiritualidade dos povos ancestrais dessas terras, pois o Brasil, antes de ser Brasil, era pataxó, xavante, kariri, yanomai, tupi e tantas outras nações mais. Quem sabe chegue um tempo em que, a rede do conhecimento e da amizade possam reverter um passado triste, e transformar essas terras em um berço de uma cultura nova, de um povo novo, com outros valores, que apontem para um outro tipo de progresso, que não apenas o progresso econômico e científico, mas o maior progresso que pode existir – que é o progresso humano, fundando em valores como a ética, o respeito e a tolerância. Quem sabe assim possamos criar um mundo mais feliz.

    Um forte abraço a todos vocês, amigos.

    Max Müller – DEA/UnB.

  2. gostaria de entrar em contato com a comunidade indígena da UnB. Sou professora do Departamento de Matemática, redistribuída desde o final de setembro. Como posso encontrá-los? Eles se reúnem em algum lugar da UnB?
    Grata, Jô.

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