Estas famílias estão sofrendo cada vês mais por não ter água suficiente, e da aldeia Carrapateira para o Rio São Francisco fica apenas 18 kilometros de distancia.

E por esse motivo à comunidade da aldeia Carrapateira, acham que isso é um grande descaso e falta de interesse das autoridades publicas. E as pessoas que quiser ver suas caixas d’águas cheias tem que pagar o abastecimento de carros pipas, que custa R$ 60,00 reais a carrada, e as que não tem condições financeiras, tem que se conformar, com águas de barreiros, que é uma forma alternativa de captação de água das chuvas, mais como as águas de barreiros não contem nenhum tipo de tratamento. A comunidade da aldeia Carrapateira sofre um grande risco de adquirirem algum tipo de doença.
Mas com tudo isso vão levando os seus dias de sofrimentos que parecem não acabar já mais, eles pedem ajuda primeiramente a nosso pai Santsé, e depois as autoridades competentes, como o setor de engenharia da FUNASA, que promete solução mais que na verdade, só faz é iludir o povo e até hoje nada foi feito, para solucionar esse problema.
Mais a maior prova do descaso das autoridades, que alegam que não podem construir um posto Médico por falta d’água, é brincadeira. E cadê os órgãos federais e os políticos que só fazem promessas e não cumpre, e só procuram o povo em tempos de eleições.
Mais o nosso povo Pankararu é resistente e não desiste nunca, o direito a vida, que nós todos, merecemos.

RELADOR: RAULIVE LOBO DOS SANTOS

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1 COMENTÁRIO

  1. Conheço bem as agrúrias e o sofrimento de meu povo da Carrapateira. É a repetição da miséria velada pelos políticos de todas as esferas do poder que assistem essa calamidade e nada de fetivo fazem para que haja solução cabal da crise de bastecimento de água das populações de áreas secas. Deve-se tomar como base iniciativas como a que será realizada pela Prefeitura de Petrolândia para o brejinho da Serra e Adjascências, que terá sua adutora iniciada no inicio de 2006, e acredito, que falta-nos, indios e irmãos, maior organização de nosso Conselho Tribal, onde juntas as forças de nossa comunidade com as Forças Encantadas de nossos ancestrais espirituais, iniciemos uma luta para conquistar nosso sagrado direito de ter nossa sede saciada com dignidade. E isso também é um direito humano, o direito de não morrer de sede a 18 Km de distância do Rio São Francisco. Seu irmão João Júnior. CESITA.

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