IX Encontro sobre  Leitura e Escrita nas sociedades indígenas, discutindo o tema a revitalização da língua ,educação inclusiva  nas escolas indígena ocorrido na  sede do IFBA- PORTO SEGURO. Neste maravilhoso movimento contamos com a participação de varias etnias indígena de todo Brasil. Também foram convidados pesquisadores lingüísticos indígenas e não indígenas representantes da FUNAI, APOIME, MUPOIBA, professor da UNEB, Alunos do Linter e da instituição IFBA,Thydewas, Indios-online Pataxó Hãhãhãe.  

O objetivo deste encontro foi discutir a forma de revitalização ou retomada das línguas indígenas que algumas estão em extinção ou ocorrendo perigo de  extinção. Alguns povos que não  falam a sua língua, mas existe sua gramática  escrita tem condição de resgatar sua língua materna o caso dos povos do tronco  Tupi, Macro- jê e outros.

Também foram discutido outros assunto a respeito dos povos indígenas e apresentação de trabalho sobre  comunicação sobre  escrita e leitura, os parentes  Guranai Kaiowa de Mato Grosso do sul  passou a sua experiência sobre o resgate da língua e escrita,  mais ressaltou, para os  professores lingüística  fala sua língua materna, é preciso que tenha uma formação para lidar com situações das escolas indígenas.

O Elesi é muito importante para todos os povos indígenas, porque cada um repassar sobre a sua cultura e tradição de  povo, presenciamos a  suas dificuldade e os mal trados que este povo vem passando, outros são perseguido por fazendeiro e grileiro que estão matando muitos indígenas. E queremos que o governo e entidade de apoio garantam aos indígenas a sua sobrevivência e ajude  demarcar a nossas  terras e reconheça que somos os primeiros donos deste país, não queremos nada de ninguém, pois a terra é único elemento que mantemos a nosso sustento.

No encontro contei com depoimento da aluna do Linter  Leonice Kokimá  o que achou do encontro: ela disse que experiência foi importante e devemos tirar como lição para o nosso dia a dia, pois as vezes pensamos que não temos nada, e temos uma alguma coisa que possa ajudar o nosso povos através do nosso conhecimento, pois  quando olhamos para atrás percebemos nossos parentes de outras regiões que passa por maiores dificuldade do que nós, as vezes tudo aquilo que temos, eles ainda não tem, mais tem no seu pensamento um sonho a ser realizado. Neste encontro tivemos os privilegio de ouvir muitas experiência e homenagem de pessoas querida, uma dessa homenagem escrita pela uma jovem TUXA contando a sua experiência do foro de educação que aconteceu na aléia Cararmuru Pataxó Hãhãhãe,  aonde todos falava da dificuldade da sua escola, enquanto na sua aldeia não possui escola, mas na sua imaginação ela imaginava uma escola perfeita, mesmo com problema, ela queria uma escola e todo mundo se sensibilizou da sua historia recorreu a um projeto sobre a formação da escola, então neste encontro, ela trouxe uma carta em homenagem as pessoas que ajudaram,  na qual dizendo que como tudo aconteceu e foi realizado seu sonho e fazendo seu agradecimento,  aquilo mim chamou atenção.

Nós indígena queremos agradecer o apoio da organização do evento que nos deram esta oportunidade e participar, aprender estas experiências relatadas. E todos os parentes indígenas e não indígena que vem  esforçado colaborando com causa indígena.

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