Índios na visão dos indios “nós tupinambá” 2ª edição, vem a ser lançado neste mês de abril, em salvador, onde estaremos apresentando o livro e falando sobre o objetivo que nós Tupinambá de Olivença esperamos com mas este trabalho para nosso povo.

Este projeto é mas um trabalho em parceria de nossa comunidade com Thydewas que sempre esta presente nos trabalhos com os povos indigenas que a tecnologia e divulgação da realidade de cada povo com o respeito pelas nossas diferenças e pela concretização de nossos direitos.

Desde já agradecemos em especial primeiramente a nosso Pai Tupã que abençoa a cada dia nossa luta, aos meus parentes Tupinambá de Olivença, Thydewas e todo o corpo administrativo da mesma, o BNB (Banco do Nordeste do Brasil) e todos que nos ajudaram direta e indiretamente para que esse projeto acontecesse.

Atencisamente!
Jaborandy yandê Tupinambá de Olivença
Taquari Pataxó/Tupinambá de Olivença
Oiti Tupinambá de Olivença

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11 COMENTÁRIOS

  1. Parabens!
    Espero este livro espalhe pela sociedade a realidade Tupinambá, as belezas e a situiação ainda trágica que seus 6300 indios padecem por nao terem ainda seu territorio demarcado!
    Força!

  2. É isso aí pessoal, Parabéns por mais este trabalho de divulgação da realidade Tupinambá de Olivença .Quanto mais visibilidade se der a essa luta , mais resultados virão !! E vitórias são certas !!!! Avante !! ” Quem sabe faz a hora , não espera acontecer !

  3. Parabéns por mais esse passo dado.
    Cada vez mais avançamos e mostramos para as pessoas o nosso potencial.
    Muito bonito o trabalho de vocês
    Continuem!!!

  4. Valeu galera pela força os desgastes foi muito, mais temos muito o que comemorar valeu IVANA valeu JABORANDY, daqui a mais ou menos um ano temos a terceira edição…VOCÊS ME CONHECEM…
    MURYCY TUPI – ALDEIA ITAPOÃ -(ÁGUAS DE OLIVENÇA)

  5. Bem, foi muito bom saber que já teve o lançamento do nosso livro,a única coisa que não gostei foi de como foi feito esse livro,não penso que só tem indio na Aldeia Itapuã acho que foi uma disfeita com os outros parentes Tupinambá,faltou a participação do nosso povo.

  6. Sou caboclo de origem amazônica, paraense legítimo de Belém do Pará, descendente dos Caá-mutá do século XVII e pergunto, com ênfase, aos povos Tupis por que não abrir espaço para contato entre tupis e simpatizantes da causa indígena tendo em vista possibilitar o diálogo das aldeias junto a pessoas como eu, que apesar de serem mestiços, honram diariamente os ancestrais tupis, apóiam, louvam e dignificam com imenso orgulho a cultura Tupi e, apesar da solidão, procuram preservar essa herança ancestral, que persiste como centelha cósmica no íntimo de nossas almas!

    Ficarei muito feliz em ler algum comentário sobre o que escrevi ou receber um e-mail. Lembrem-se, não proponho interferência na cultura e vida das aldeias, mas sim diálogo como conhecimento e também que os legítimos tupis saibam que ainda existem milhares de pessoas como eu vivendo em cidades espalhadas pelo Brasil que reconhecem sua ancestralidade tupi.

    Há muito e muito tempo, os seu avós eram os nossos avós!

  7. Parabéns pela iniciativa do livro.

    Conheci Jaborandy recentemente no encontro da Rede Mocambos, em Campinas, e pude sentir um pouco da garra com que vocês tocam suas lutas por mais dignidade, num movimento necessário de reação à globalização excludente que vivemos.

    Abraços!
    Alexandre (Campinas, SP)

  8. Anhe’eng tupinambá nhe’enga…aikûabybeté tupinakyîa nhe’enga…xe aikó São Paulo pupé, aporabyky Instituto das Tradições Indígena pupé…
    marupiara
    Everson

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